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Cavaleiros dão opiniões sobre o Centro Equestre Internacional de Alfeizerão

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No seguimento do concurso de saltos recentemente realizado no Centro Equestre Internacional de Alfeizerão (CEIA), recolhemos a opinião de dois cavaleiros participantes sobre esta nova infraestrutura. Entrevista a João Azevedo e Silva Qual a importância dos concursos de categoria B e C e qual o seu entendimento quanto à opção por este tipo de concursos por parte do CEIA? - Tudo o que é formação e educação é fundamental em qualquer área, em qualquer país do mundo, por isso os concursos B e C são essenciais para o desenvolvimento de qualquer disciplina. Ninguém começa a estudar pela universidade, muitas pessoas nem chegam à universidade, daí que estes concursos façam parte do desenvolvimento de um cavaleiro. O que o traz a si, cavaleiro profissional, a estes concursos? - Isto para mim é uma forma de rodar, de acompanhar os meus alunos e de fazer crescer os meus cavalos. Qual a sua opinião sobre o CEIA? - É um projeto enorme que segundo percebi não é apenas destinado à atividade equestre mas também para a utilização em outros eventos. Uma coisa importante no nosso país, comparável a algumas coisas que nós conhecemos no estrangeiro, que ainda está muito no início mas, de qualquer forma, não se inibiram de começar com os eventos. Acho que falta embelezar um bocadinho, o que é normal nesta fase. As dimensões dos campos são muito, muito boas. Face à sua experiência que conselhos deixaria ao CEIA? - Face ao que me foi dado constatar é um projeto com pistas interiores e exteriores que reparo que está em movimento. Acho que seria interessante divulgar mais a equitação nesta região continuando a fazer concursos e associá-los a eventos mais importantes, que pudessem trazer cavaleiros de topo. Entrevista a Rúben Carvalho
João Azevedo e Silva

No seguimento do concurso de saltos recentemente realizado no Centro Equestre Internacional de Alfeizerão (CEIA), recolhemos a opinião de dois cavaleiros participantes sobre esta nova infraestrutura.

Entrevista a João Azevedo e Silva

Qual a importância dos concursos de categoria B e C e qual o seu entendimento quanto à opção por este tipo de concursos por parte do CEIA?

– Tudo o que é formação e educação é fundamental em qualquer área, em qualquer país do mundo, por isso os concursos B e C são essenciais para o desenvolvimento de qualquer disciplina. Ninguém começa a estudar pela universidade, muitas pessoas nem chegam à universidade, daí que estes concursos façam parte do desenvolvimento de um cavaleiro.

O que o traz a si, cavaleiro profissional, a estes concursos?

– Isto para mim é uma forma de rodar, de acompanhar os meus alunos e de fazer crescer os meus cavalos.

Qual a sua opinião sobre o CEIA?

– É um projeto enorme que segundo percebi não é apenas destinado à atividade equestre mas também para a utilização em outros eventos. Uma coisa importante no nosso país, comparável a algumas coisas que nós conhecemos no estrangeiro, que ainda está muito no início mas, de qualquer forma, não se inibiram de começar com os eventos. Acho que falta embelezar um bocadinho, o que é normal nesta fase. As dimensões dos campos são muito, muito boas.

Face à sua experiência que conselhos deixaria ao CEIA?

– Face ao que me foi dado constatar é um projeto com pistas interiores e exteriores que reparo que está em movimento. Acho que seria interessante divulgar mais a equitação nesta região continuando a fazer concursos e associá-los a eventos mais importantes, que pudessem trazer cavaleiros de topo.

Entrevista a Rúben Carvalho

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