“Não escondo orgulho no desenvolvimento que o nosso concelho registou e também no fato de deixar uma imagem de rigor na gestão, de deixar a “casa arrumada”, livre de dívidas, e não hipotecada”, declara.
“A corrupção e a gestão danosa grassam pela administração pública. Caldas da Rainha é seguramente uma excepção entre outras”, manifesta. E lembra que o concelho, que gere desde 1986, “mudou substancialmente pelo trabalho que desenvolvi”, apontando que o abastecimento de água cobre “mais de dois terços do concelho”, o saneamento atinge “mais 50%”, foram feitas “muitas centenas de quilómetros de estradas, muitas obras ligadas ao ensino, à cultura e ao desporto”.
O edifício dos Paços do Concelho, a Biblioteca, os museus, seis piscinas, a zona desportiva, os arranjos das praias da Foz do Arelho e Salir do Porto, a nova via para a Foz do Arelho, e ESAD.CR e o Centro Cultural e de Congressos, são obras que releva.
“Agradeço a confiança reiterada dos munícipes das Caldas da Rainha”, conclui Fernando Costa.
Francisco Gomes




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