Os senhores governantes, com palavreado embusteiro, distorcem leis, com o objetivo de praticar atos de pretensos ritos de fraternidade e filantropia, que acabam em projetos falhados.
Políticos que são, não ouvem ninguém e acusam toda a gente.
Com um pé “só cá trás”, ou seja, no passado, e outro no futuro de passos incertos, nada mais fazem do que fazer cócó no presente em que nos enterram.
Agachando-se, com “constância durona”, às boas ações (!!!) “troika…das” do “merk…ado” usurário, que, de mãos dadas com “sino-americanos” – não foi por acaso, nos USA, que se desenvolveram china-towns -, “badalam” mundo fora, com FMI, BCE e outros potentados, ideias pseudo-tutoras, escravizando povos e classes trabalhadoras, com redução de salários e emprego (agradeçam à computorização), aumento de horário de trabalho e impostos sobre rendimentos laborais e consumo (que é cada vez menos acessível), fomento de voluntariado e trabalho comunitário, minimização de dias de férias, de indemnizações por despedimento, e, do pagamento de horas extraordinárias (tudo isto aumenta o desemprego), para, com abaixamento de TSU e outros encargos tributários, favorecem as grandes empresas, delapidando erário público em favor de javardices acionistas dos javalis capitalistas que pululam, com bancos corruptos, com 7 lemes e outras manigâncias, em off-shores e paraísos fiscais, de fronteiras cerradas às taxas contributivas.
São só Zés do Telhado!
Venha outro Robin dos Bosques.
E, não se esqueçam, que
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Obrigado Adriano Correia de Oliveira.
Viva o 25 de Abril
José Luiz Cavaco Ferreira
N.R.: Artigo sem acordo ortográfico



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