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Angolanos em formação nas Caldas para reduzirem sinistralidade

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Três formandos angolanos que trabalham na Toyota Angola estão a receber formação de condução defensiva nas Caldas da Rainha na empresa Sentidos Dinâmicos, para posteriormente a facultarem no seu país. Trata-se de um trabalho no âmbito de um protocolo entre a Sobreiro Duarte, Lda, empresa das Caldas da Rainha, desenvolvida através das marcas Sentidos Dinâmicos, Psicoeste e Yes D People, a Edições Alves Costa, uma empresa ligada a publicações e material didático para o ensino da condução, e ainda a empresa espanhola Arisoft.
Rui Vieira (formador), o empresário Sobreiro Duarte, Simão Avelino (formando), Mário Ribeiro, da Edições Alves Costa, Estevão Jorge (formando) e Mateus João (formando)

A apresentação dos angolanos que chegaram a Portugal a 3 de abril decorreu dois dias depois na presença do vice-presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Tinta Ferreira.

Os jovens angolanos, um deles diretor adjunto do departamento de recursos humanos e também o responsável pelo departamento da segurança e higiene e saúde no trabalho da Toyota Angola (Estevão Jorge) e os outros dois (Simão Avelino e Mateus João) ligados aos quadros superiores na área das oficinas e manutenção da Toyota em Luanda, estiveram em formação até 10 de abril.

Segundo o empresário Sobreiro Duarte, o principal objetivo é adquirirem competências para depois darem formação em Angola. “Os formandos estão a também aprender num simulador de condução da empresa espanhola, que é uma ferramenta importante para a formação”, explicou o responsável, acrescentando que o simulador vai depois para Angola para os angolanos poderem dar formação no seu país”.

O empresário destacou a importância deste projeto, onde formadores da Sobreiro Duarte irão mais tarde para Angola dar formação.

Estevão Jorge, porta-voz do grupo de formandos, destacou a importância do projeto na medida que é um passo importante na sensibilização da segurança rodoviária para diminuir a sinistralidade no país. “A Toyota de Angola vende e faz a assistência técnica, e nós queremos passar a mensagem que não basta vender veículos, devemos fazê-los com segurança”, disse.

“Havia necessidade de atualizar os conhecimentos e utilizar novas ferramentas para obter melhores resultados daí a nossa vinda a Portugal”, adiantou Estevão Jorge, apontando que “é necessário transmitir conhecimentos aos nossos colegas para podermos reduzir a sinistralidade no país e com alguma persistência muitos acidentes podem ser evitados”.

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