“Não consigo entender a necessidade do presidente da Câmara ter um chefe de gabinete, nem os vereadores terem necessidade de assessores (quando existe um secretariado de apoio) num Município tão pequeno como é o de Óbidos, quando no concelho faz mais falta um médico para apoiar as populações”.
“Defendo a necessidade da contratação de um médico municipal para apoiar os idosos que não se podem deslocar aos postos médicos quando estão doentes, para serem assistidos de forma célere”, acrescentou.
Considerou ainda “inacreditável que um assessor da vereação, cuja nomeação é por indicação politico partidária, possa auferir de um vencimento mais elevado do que um técnico superior da área da assistência social, que é dos quadros permanentes da Câmara”.



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