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Conferência “Alimentação, Saúde e Turismo em meio Urbano” na Escola de Hotelaria e Turismo

Marlene Sousa

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Numa altura em que os tratamentos no Hospital Termal continuam suspensos, a importância do termalismo esteve em destaque na conferência sobre “Alimentação, Saúde e Turismo em meio Urbano”, que decorreu no passado dia 29, na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO), nas Caldas da Rainha.
Sessão de abertura

Margarida Rézio na sua intervenção sobre “Alimentação Termal”. “na atualidade a alimentação termal e prescrição clínica dão sentido às práticas sociais termais como prevenção e cura da doença. “No termalismo a alimentação liga-se com cura física do corpo por permitir adquirir saúde física, mental e espiritual”, disse, adiantando que “a saúde espiritual mais intensa era vista como fonte e sentido de conforto assumindo-se como uma dimensão terapêutica da espiritualidade”. “Hoje todas as cidades procuram a sua marca”, disse, o sociólogo e subdiretor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Luís Batista, adiantando que a promoção turística tem que ser realista. “Não podemos divulgar equipamentos que não temos”, sublinhou. Segundo este sociólogo, “o turismo de uma cidade tem que envolver e criar oportunidade para os seus habitantes”. Miguel Móteo, enólogo da Companhia Agrícola do Sanguinhal, que também foi um dos oradores desta iniciativa, referiu que o vinho faz parte da alimentação e que é o produto que “mais se relaciona com a diversidade de pratos”. Falou da diferença entre bebidas destiladas e fermentadas, destacando os benefícios que ovinhotraz para asaúde desde que haja “moderação”. Falou ainda sobre o seu efeito colateral como um promotor do convívio social. “Caldas da Rainha está num momento crucial de grandes decisões do termalismo“, afirmou o vereador Hugo Oliveira, que também foi um dos convidados da sessão de abertura do evento. Para o autarca, Portugal tem muitos potenciais turísticos, mas “só conseguimos fazer a diferença se formos competitivos”. Quanto à gastronomia, considera que “podemos ser diferentes não pela quantidade mas pela qualidade”.

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