2.Lamenta-se igualmente o reiterado incumprimento pelo jornalista que assina a notícia, Carlos Barroso, das mais elementares regras básicas do jornalismo, como seja a confirmação de informação de “fontes”, exercendo assim o direito ao contraditório, ou seja, ouvindo todas as partes envolvidas. Ao fazê-lo, dá voz a “fontes” que ao abrigo do anonimato inventam fatos e intoxicam os leitores do Jornal das Caldas, com informações falsas e incorretas, o que convenhamos, em nada contribui para o cumprimento da missão nobre de informar
3.Sobre o assunto em questão teria bastado ao jornalista Carlos Barroso confirmar, junto do Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste Norte (designação à data dos acontecimentos),se as informações fornecidas pelas tais “fontes“ anónimas eram verdadeiras ou não. Facilmente poderia ter tido acesso à verdade, consubstanciada em documentação e registos de correspondência, onde poderia ter verificado que a informação das tais “fontes” afinal era falsa, porque o envio do referido protocolo de colaboração entre o Estado e a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, para passagem da responsabilidade da gestão do património em questão para a autarquia, tinha sido afinal à tutela pelo CA do CHON, em 26 abril deste ano, três meses antes da referida reunião. Assim, a verdade dos factos desmente a notícia: não é possível o Presidente do Conselho de Administração ter sido alvo de uma “chamada de atenção” por não ter feito algo que lhe havia sido pedido, quando afinal, já o tinha feito meses antes da ocorrência da referida reunião.
4.Assim, sentindo que a minha dignidade pessoal e profissional foi colocada em causa, solicito a publicação deste Direito de Resposta, bem como de um pedido de desculpas formal por parte do Jornal das Caldas.
Carlos Sá
Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste



0 Comentários