Em debate estiveram também “dois problemas fitossanitários que se verificaram na campanha passada”. João Azevedo, da APAS, falou sobre os fatores determinantes no controlo da Estenfiliose, enquanto Délia Fialho, da Frutus, e Rosário Antunes, da Frutoeste, abordaram a monitorização e controlo da Filoxera.
As alternativas ao uso do DPA na conservação da pera rocha, tema abordada por Domingos de Almeida, docente da Universidade do Porto, foi outros dos assuntos debatidos nas Jornadas Técnicas.
“O produto que é utilizado na conservação da pera rocha foi proibido pela União Europeia e nesse sentido agora temos que encontrar alternativas”, afirmou a técnica do COTHN.
Relativamente ao balanço da última campanha, o aspeto a realçar é sem dúvida a quebra de produção em cerca de 50%. “A falta de nutrição dos pomares e a seca foram dois dos fatores que afetaram a produção”, referiu Carmo Martins.
No que diz respeito à comercialização e à exportação, a situação é semelhante à campanha anterior, sendo que “a grande diferença prende-se com uma melhoria ao nível dos preços, algo que se deve ao facto de haver menos produção e ao trabalho da ANP junto da grande distribuição”.
Em termos de mercado externo, Brasil, Reino Unido, França e Rússia continuam a ser os mercados para onde se exporta mais pera rocha. Desde o ano passado, Marrocos também tem sido “um mercado importante”, frisou.



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