Foi no dia 11 de novembro de 1601 que nasceu em Alcobaça, Francisco Brandão. Doutorou-se em Teologia na Universidade de Coimbra. Durante seis anos ensinou Teologia no seu Mosteiro. Ocupou vários cargos na Ordem, entre eles, o de superior-geral da congregação em Portugal. Foi esmoler-mor da corte.
D. João IV fê-lo cronista-mor do reino. Publicou as 5ª (1650) e a 6ª partes (1672) da Monarquia Lusitana, ambas dedicadas ao reinado de D. Dinis.
Além disso uma inúmera obra de caráter histórico.
Morreu em Lisboa no dia 28 de abril de 1680.
Foi no dia 12 de novembro de 1855 que nasceu na Batalha, Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque. Apresentou-se, como voluntário, no Regimento de Cavalaria nº.4, no Campo de Santa Maria, em novembro de 1871. Frequenta em Coimbra estudos de Matemática e Filosofia, que interrompe para partir para a Índia, já capitão, com a missão de fiscalizar o caminho de ferro de Mormugão, e em 1888 é nomeado secretário do Governo da colónia. Indo para Moçambique é nomeado governador do distrito militar de Lourenço Marques, onde está dois anos, regressando à metrópole.
Haviam principiado nessa colónia revoltas das populações indígenas, à frente das quais se destacavam alguns chefes tradicionais, como o régulo Gungunhana. Em 1895 Mouzinho é enviado para a colónia, comandando um esquadrão de cavalaria para combater os Vátuas. Após infligir algumas derrotas aos adversários, é nomeado governador do distrito militar de Gaza e decide perseguir e aprisionar o régulo revolucionário. Leva uma força de 37 infantes, 12 artilheiros, dois soldados indígenas e várias dezenas de carregadores e auxiliares desarmados. Entram em Chaimite, santuário do império vátua, sem disparar um tiro, aprisionando o régulo máximo.
É promovido a major e recebe várias condecorações, além de ser nomeado governador-geral de Moçambique, e mais tarde, é elevado a comissário régio.
Regressa a Lisboa, onde recebe o grande oficialato da Torre e Espada, e, a partir daí é destacado para missões diplomáticas a Inglaterra, Alemanha e França.
Por fim é nomeado ajudante de campo efetivo do rei, oficial-mor da Casa Real e apoio do príncipe D. Luís Filipe.
Não se adapta à vida da corte e suicida-se dentro de um trem de praça, diante da Quinta das Laranjeiras. Era o dia 8 de janeiro de 1902.



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