Numa empresa que pertence ao Grupo Sonae, que se autointitula socialmente responsável.
Nem as funcionárias têm autorização para consumir estas sobras, nem para as doar a ninguém.
Se esta atitude é reprovável em todos os tempos, neste tempo que vivemos é completamente condenável!
Ainda mais sabendo que há habitantes desta área geográfica que, por variadas razões, estão a passar sérias privações!
Vou utilizar todos os meios ao meu dispor para fazer com que o Modelo autorize alguma ou algumas IPSS a fazer a recolha desta comida e a entrega-la ou a disponibilizá-la a quem dela precisa!
Orlanda Pereira Costa
Resposta da Sonae
A Sonae MC dispõe de uma estrutura central dedicada, atuando na identificação das causas que originam as quebras e definindo as medidas necessárias à sua minimização. As medidas implementadas além de minimizarem o desperdício, reduzem ainda a respetiva produção de resíduos.
Para além desta preocupação, as quebras alimentares das diversas lojas Continente são doadas semanalmente a mais de cinco centenas de instituições de solidariedade social. Esta gestão é levada a cabo pela Fundação Belmiro de Azevedo, sendo depois agilizada localmente entre as lojas e as próprias instituições.
Com esta iniciativa, diversas instituições locais e nacionais como o Banco Alimentar, a AMI, a Legião da Boa Vontade, as delegações regionais da Cruz Vermelha, a Santa Casa da Misericórdia, entre muitas outras, recebem semanalmente apoio através da doação de produtos. Estes encontram-se em perfeitas condições de serem consumidos mas que não podem, por imposições legais do setor, ser vendidos nas lojas.



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