Q

António Salvador responde a comunicado do PSD da Nazaré que lhe retira “confiança política”

Marlene Sousa

EXCLUSIVO

ASSINE JÁ
O início da reunião de Câmara da Nazaré da passada segunda-feira ficou marcado pela resposta de António Salvador, vereador e primeiro militante eleito pelo partido da maioria camarária (PSD), ao comunicado da Comissão Política de Secção da Nazaré do PSD, onde esta afirma que lhe retirou a “confiança política”.
O início da reunião de Câmara da Nazaré ficou marcado pela resposta de António Salvador ao PSD

entendeu Além disso, também afirmou que quando não o fez contra “ninguém”, mas apenas pelas razões e causas então mencionadas. Também afirmou que nunca apresentou nenhuma proposta como ‘representante do PSD’, mas sim “enquanto vereador eleito pelo PSD, sendo e continuando a ser, até ao final do mandato, o primeiro militante eleito pelo partido” e adiantou que até pertence à comissão política por inerência, mas que não pretende exercer esse direito.António Salvador acrescentou ainda que, tendo sido eleito como Presidente dos TSD (Trabalhadores social democratas do distrito de Leiria, em ato eleitoral de militantes dos 16 concelhos do distrito, presidindo a um órgão independente e autónomo do PSD, e sendo membro da Comissão Política Distrital do PSD, entendeu que “tinha a responsabilidade, à época, e também o fiz recentemente, de manter o dever de não me manifestar sobre o comportamento da secção política do PSD da Nazaré para não perturbar o seu funcionamento nem prejudicar o seu percurso”, mas rematou que lamenta que esta não o “tenha feito”. Ainda adiantou que, renunciando aos pelouros e ordenado, também o fez por não ter “confiança política” na gestão do presidente Jorge Barroso, sobretudo em algumas questões de fundo, como disse na altura, por ter visões muito diferentes sobre a gestão do Município. Propostas albergue o espólio cultural, bibliográfico, documental e histórico do Concelho (da Pederneira ou da Nazaré) foi uma das propostas apresentadas por António Salvador. Esta proposta surgiu como alternativa à proposta do presidente, pretendendo este permitir a utilização da antiga Casa da Câmara por uma empresa com fins lucrativos, e o vereador António Salvador propôs que este edifício fosse uma Casa da Cultura com arquivo documental e biblioteca de proximidade e serviços para o cidadão, no sentido de dinamizar esta zona central da Pederneira, em termos culturais, económicos e turísticos. Segundo o autarca, muitos dos naufrágios que ocorrem na costa portuguesa com as pequenas e médias embarcações da pesca local e costeira, têm origem no lançamento e levantamento das redes de emalhar fundeadas a uma distância inferior a 1/4 de milha da linha de costa. “As maiorias destas ocorrências verificam-se em períodos noturnos para que estes pescadores não sejam detetados por terra e por mar pela fiscalização marítima, aquando o exercício desta atividade”, indicou. Esta proposta foi retirada para ser melhor analisada e ser discutida na próxima reunião. O presidente da Câmara, Jorge Barroso, fez uma outra proposta para que a empresa municipal fizesse contactos com as entidades do poder central para a reabilitação da fachada do farol/ forte de S. Miguel, situação a que se opôs o vereador António Salvador, através de uma declaração de voto em que realça

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados