“Pela primeira vez, a deficiência motora esteve presente no Rip Curl Pro”, disse Nuno Vitorino, presidente da SURFaddict, acrescentando que, “é uma experiência a repetir ainda que os moldes possam ser alterados”. A SURFaddict, que tem como objetivo proporcionar a pessoas com deficiência condições para a prática do surf, decidiu fazer uma demonstração durante a realização da prova do circuito mundial, aproveitando “a boleia” de uma iniciativa da Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social (FENACERCI). “Há três anos que a FENACERCI promove o batismo de surf a pessoas que estão em instituições. Aproveitámos e quisemos fazer uma demonstração mais a sério de surf adaptado”, explicou Nuno Vitorino. O presidente da SURFaddcit e antigo atleta paralímpico aspira a que os responsáveis do circuito mundial de surf “assumam que o surf é para todos” e lembra que nos Estados Unidos “as pessoas com deficiência surfam durante as provas oficiais”. Na praia de Supertubos, perto da zona onde decorreu a prova do circuito mundial, cerca de uma dezena de pessoas com deficiência surfaram, com o apoio de voluntários.
Carlos Barroso





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