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Associação com sede nas Caldas defende recluso em greve de fome

Francisco Gomes

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A APAR – Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso, com sede no edifício da Escola Primária da Moita, em Alvorninha, com o intuito de se dar a conhecer às entidades ligadas à Justiça e, com elas, debater os principais problemas do Sistema Prisional Português, solicitou diversas audiências.

Uma delegação constituída por Jorge Antunes (presidente da Direção), Vítor Ilharco (secretário-geral), Eduardo Fonseca (diretor), Diniz da Silva (presidente do Conselho Fiscal) e Maria do Céu Cotrim (Conselho Consultivo), foi recebida no dia 23 de agosto pelo Procurador-Geral da República.

A APAR decidiu entretanto dar conhecimento à Provedoria de Justiça do caso de um recluso do estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira, Alfredo Alves, com o número 478, que se encontrava em greve de fome há catorze dias.

“Este recluso foi acusado de ter esfaqueado um companheiro no interior da cadeia. Desde logo se afirmou inocente (sendo que há testemunhas que garantem não ter sido ele o autor da agressão) e solicitou aos Serviços o visionamento das filmagens feitas pelas câmaras de segurança. Como, segundo afirma, tal pretensão lhe foi negada, mantendo-se a acusação, decidiu entrar em greve de fome no intuito de obrigar quem de direito a confirmar a sua versão. Catorze dias depois, todavia, este pedido não foi atendido e o recluso continua sem comer”, relata a APAR.

Francisco Gomes

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