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3ª edição do Concurso Rendas d’escritas

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Foram entregues no dia 1 de junho, pelo vice-presidente da Câmara de Peniche, e vereador do pelouro da Educação, Jorge Amador, e por Raul Santos, do mesmo pelouro, os diplomas de participação e os prémios aos vencedores da 3ª edição do Concurso Rendas d’escritas.
O vereador Jorge Amador e Raul Santos, do pelouro da Educação entregaram os diplomas de participação

Neste concurso desenvolvido no âmbito do Projeto – “As Rendas de Bilros vão às Escolas”, os alunos do 1º Ciclo do concelho de Peniche foram convidados a falar de rendas de bilros através de um texto em prosa ou poesia. Os trabalhos podiam ser apresentados a título individual ou coletivo.

À falta de concorrentes, não foram atribuídos prémios na modalidade Prosa -quer na categoria A (trabalhos individuais) quer na categoria B (trabalhos coletivos) – nem na categoria B (trabalhos coletivos) da modalidade Poesia.

No que diz respeito à modalidade A – poesia (trabalhos individuais), a classificação final foi a seguinte: 1º Maria Carlos D. Pereira L. Marques, do 3º ano da EB1 Nº 1 de Peniche; 2º João Bernardo Pinto Antunes, do 4º ano da EB1 Nº 1 de Peniche; 3º Beatriz Raimundo Vitória, do 4º ano da EB1 Nº 1 de Peniche; Menção Honrosa: João Henrique Tavares, do 4º ano da EB1 Nº 1 de Peniche; Menção Honrosa: Martim Gonçalves Laranjeira , do 4º ano da EB1 Nº 1 de Peniche.

Os prémios são cheques-livro, a serem convertidos em livros, à escolha dos vencedores, na Feira do Livro que a Associação Juvenil de Peniche promoverá de 13 de julho a 7 de agosto.

O poema vencedor, da autoria de Maria Carlos Pereira Marques, foi “Se eu fosse rendilheira…”:

Se eu fosse rendilheira,

Teria uma grande trabalheira,

porque a minha grande renda

iria servir para uma importante prenda.

No papel quadriculado,

fazia um desenho inventado.

Com a picadeira picava,

e assim não me enganava.

Começava pelos bilros encher,

sem do torçal me esquecer,

enchia tanta varinha

que quase acabava a linha.

Começava a minha renda

com muita energia.

Trabalhava noite e dia

com muita alegria.

Punha os meus bilros a trocar,

parecia música a tocar

dois torcidos para cá…

dois torcidos para lá…

fartavam-se de bailar.

O resultado final,

era então…

a onda

da nossa capital.

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