O despacho do Ministério Público, datado de 21 de maio, a que o JORNAL das CALDAS teve acesso, refere que se aceita “como provável causas elétricas” para o fogo que causou mais de meio milhão de euros em prejuízos, que deverão ser compensados pelas seguradoras, que ainda não iniciaram o pagamento das indemnizações. “Forçoso é concluir que a despeito das diligências realizadas, nomeadamente, inquirição de testemunhas e exame pericial realizado, não foi possível concluir se o incêndio teve ou não origem criminosa”, pelo que se determina “o arquivamento dos presentes autos”, lê-se no documento. O incêndio “teve início por volta das cinco horas, tendo começado junto ao bar denominado por Docas bar, vindo a propagar-se aos restantes bares que ficaram totalmente destruídos”.
Arquivado processo dos bares incendiados na Foz do Arelho
20 de Junho, 2012
O processo do incêndio que destruiu a 1 de agosto de 2011 sete bares das mini docas da Foz do Arelho foi arquivado, “por não ter sido possível determinar as causas que estiveram na origem do mesmo”.
Não foi possível concluir se o incêndio teve ou não origem criminosa/foto Carlos Barroso
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