“Empresários na Escola” na Rua das Montras

Carlos Barroso

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Fernando Costa, presidente da câmara, Hugo Oliveira, vereador da juventude, novas tecnologias e comércio, e Ricardo Emílio, diretor regional de economia, visitaram a feira de “empresários na escola”, que tornou a Rua das Montras a capital do empreendedorismo escolar.

Mais de uma centena de alunos do 2º e 3º ciclo do ensino básico da zona centro estiveram nas Caldas da Rainha a mostrar os produtos desenvolvidos durante o ano letivo, no âmbito do projeto EMPRE – Empresários na Escola, coordenado pelo Tagusvalley – Tecnopolo do Vale do Tejo e pelo PAKURBIS. Com produtos artesanais, na sua maioria ligados à gastronomia, a feira EMPRE permitiu não só a comercialização dos artigos pensados, criados e desenvolvidos pelos jovens de idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, como também foi momento de conhecerem in loco os seus parceiros comerciais e partilharem conhecimentos e experiências. A feira, que este ano esteve nas Caldas, é o ponto alto do projeto EMPRE, da CEC – Câmara do Comércio e Indústria do Centro, com o apoio do Programa Operacional Regional do Centro (Mais Centro), que tem por objetivo despoletar o espírito empreendedor e inovador nos alunos do 2º e 3º ciclo, através de um primeiro contacto com a realidade empresarial. Durante este ano haverá, ainda, outro momento de encontro dos envolvidos nesta iniciativa da Rede de Incubação e Empreendedorismo da Região Centro (RIERC): A sessão de encerramento, que terá lugar na Marinha Grande, onde serão apresentados os resultados e premiadas as empresas na excelência da inovação. O EMPRE, que está em funcionamento em escolas do Médio Tejo, Marinha Grande e Caldas da Rainha, desafia todos os anos os jovens a criarem empresas, formando equipas e aplicando os vários processos, desde a criação de uma identidade corporativa, estudo de mercado, definição das gamas dos produtos e gestão de fornecedores e clientes. Este ano letivo o projeto da RIERC foi reformulado, devido à supressão da área de projeto do plano curricular, disciplina na qual era dinamizado. Formação Cívica ou Estudo Acompanhado foram as alternativas encontradas para integrar esta iniciativa. Em algumas escolas foram mesmo criados clubes, que funcionam como espaços abertos a qualquer aluno e dispondo de professores voluntários para os coordenarem.

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