Em janeiro de 1911 foi nomeado bibliotecário na Biblioteca Nacional, tornando-se especialista em Bibliotecnomia. Cofundador da revista “SearaNova” e oposisinista ao regime político instaurado em 28 de maio de 1926, exilou-se durante quatro anos.
Os seus escritos mais significativos encontram-se na coleção Guia de Portugal, por ele dirigida e coordenada.
Morreu no Porto no dia 20 de maio de 1941.
Foi no dia 15 de maio de 2008 que foi inaugurado o Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha (CCC), que se destina a atividades culturais e à realização de congressos, e de que a primeira pedra foi lançada no dia 15 de maio de 2006.
Foi na sequência da demolição do Teatro Pinheiro Chagas que surgiu a ideia da construção deste útil equipamento que em muito beneficia as atividades culturais da região das Caldas da Rainha.
Foi no dia 24 de maio de 1978 que morreu em Lisboa, Luís Teixeira. Tinha nascido nas Caldas da Rainha no dia 3 de novembro de 1904. Fez os estudos liceais em Coimbra.
Em 1925 dedicou-se ao jornalismo, entrando para o jornal “Época”, para, em 1927, ser redator do “Diário de Notícias”. Dirigiu, em 1958, a publicação Portugal – Oito Séculos de História ao Serviço da Valorização do Homem e da Aproximação dos Povos
, relativa à participação de Portugal na Exposição Internacional de Bruxelas.
Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas. Cronista de bom recorte literário, obteve em 1938 o Prémio Nacional de Ensaio; em 1939 e 1945 o Prémio de Jornalismo; em 1949 o 1º.Prémio de Literatura Colonial e, em 1954, o Prémio Municipal Júlio César Machado.
Entre outras obras deixou-nos, Figuras e Episódios do “Leão de Ouro”, 1937, Portugal
As Belezas Naturais e o Turismo, 1946, e A Casa das Sombras, 1973.
Foi no dia 30 de maio de 1967 que morreu em Óbidos, Eduardo Augusto d’Oliveira Morais Melo Jorge Malta. Tinha nascido na Covilhã no dia 28 de outubro de 1900.
Frequentou a Escola de Belas-Artes do Porto, onde se impôs como desenhador de grande justeza de traço e de singular poder expressivo. Em 1928 teve grande êxito, em Madrid, com o retrato “Primo de Rivera a Cavalo”. A sua fama irradiou por toda a Europa e América, nomeadamente no Brasil, aonde se deslocou, em 1937, tendo feito, no Rio de Janeiro, o retrato das mais notáveis personalidades da vida brasileira.
Retratou políticos e mundanos das sociedades portuguesa, espanhola e brasileira. Também pintou as figuras do povo, sabendo captar as raízes que as prendem à terra-mãe. Em 1959 foi nomeado diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea, onde se encontra representado.



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