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Uma petição coletiva a favor da continuidade da Terapia da Fala no Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON) está a ser dinamizada na Internet em http://www.peticaopublica.com/?pi=TCHON, na sequência da rescisão do contrato com a terapeuta Ana Faria. Maria Cristina Lopes, mãe de João Lopes Jarrais, utente do CHON no Hospital Termal, é da dinamizadora da petição, […]

Uma petição coletiva a favor da continuidade da Terapia da Fala no Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON) está a ser dinamizada na Internet em http://www.peticaopublica.com/?pi=TCHON, na sequência da rescisão do contrato com a terapeuta Ana Faria. Maria Cristina Lopes, mãe de João Lopes Jarrais, utente do CHON no Hospital Termal, é da dinamizadora da petição, para a qual resolveu recolher assinaturas quando foi da saída da terapeuta da fala do seu filho. “Pressuponho que esta saída esteja relacionada com as recentes reestruturações no CHON, sem qualquer razão plausível e qualquer alternativa para os utentes que tinham terapia da fala e que irão passar a estar em lista de espera”, refere. A progenitora pede uma “solução imediata”, apontando que “o desenvolvimento dos nossos filhos não pode ficar “em espera”. Segundo revela, cerca de 30 crianças ficaram sem terapia. “Não havendo a contratação de outro técnico especializado que colmate a saída da terapeuta em causa e tendo em conta que todas as terapeutas têm a agenda cheia vimos por este meio solicitar a recontratação da mesma ou tomadas de medidas que sejam viáveis por forma a dar continuidade aos projetos terapêuticos dos utentes do CHON – Hospital Termal”, pode ler-se na petição. De acordo com Maria Cristina, o seu filho que está a ser acompanhado há 3 anos no hospital termal em terapia da fala na sequência da sua surdez severa a profunda. “Agora pergunto-mo como é que pensam resolver o problema tendo em conta de que todas as terapeutas têm a agenda cheia e que, para além do meu filho e de todas as crianças acompanhas pela terapeuta Ana Faria já existia uma lista de espera?”, questiona. “O meu filho, fazendo parte de uma equipa de intervenção precoce necessita indiscutivelmente de ser acompanhado por uma terapeuta da fala com base regular e não pode ficar “em espera”. A terapia é fulcral para o seu desenvolvimento”, sustenta, tendo enviado uma reclamação à ARS Lisboa e Vale do Tejo. Consulta demora sete meses No dia 9 de janeiro deste ano, o médico de família de Fernando Santa-Bárbara fez um pedido para uma consulta de Otorrinolaringologia, a realizar no Hospital das Caldas da Rainha. “No dia 23 de março, recebi uma carta do Hospital a comunicar, que no dia 21 de agosto tenho a consulta da especialidade. Este é o Serviço Nacional de Saúde que temos”, queixa-se. Francisco Gomes

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