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Caldenses renderam-se aos abraços grátis

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Dois jovens do Colégio Rainha D. Leonor distribuíram, na tarde da passada sexta-feira, abraços grátis no centro da cidade. Rodrigo Vasconcelos e Fábio Ferreira, ambos com 17 anos, decidiram alegrar os caldenses e foram para a Rua Heróis da Grande envergar cartazes com as palavras “Abraços Grátis”. O principal objetivo foi abraçar desconhecidos com alegria. […]
Caldenses renderam-se aos abraços grátis

Quem passou pelo local e recebeu um abraço aprovou a iniciativa

Dois jovens do Colégio Rainha D. Leonor distribuíram, na tarde da passada sexta-feira, abraços grátis no centro da cidade. Rodrigo Vasconcelos e Fábio Ferreira, ambos com 17 anos, decidiram alegrar os caldenses e foram para a Rua Heróis da Grande envergar cartazes com as palavras “Abraços Grátis”. O principal objetivo foi abraçar desconhecidos com alegria. Um gesto simples, mas com muito significado. “A ideia é alegrar as pessoas numa altura de grandes dificuldades. São cada vez mais visíveis na cara das pessoas as consequências do aumento do desemprego e do empobrecimento no país”, disse Rodrigo Vasconcelos, acrescentando que os “caldenses precisam de abraçar e sorrir mais”. “Bastam os pequenos gestos para que as pessoas se sintam felizes”, sublinhou Fábio Ferreira. Os abraços foram pedidos à maioria dos transeuntes que passavam na rua mas alguns recusaram pensando que era uma brincadeira. Mas quem passou pelo local e recebeu um abraço aprovou a iniciativa. “Sair de casa e receber um abraço é tão bom. As pessoas precisam disso”, disse a aposentada Maria Beatriz Feliciano, de 74 anos, que não só apertou os jovens como lhes deu um beijo. Alexandre Henriques, de 26 anos, informático, rendeu-se ao abraço. “As manifestações de rua são sempre coisas negativas. Ainda bem que há espaço para carinho e sorrisos, porque as pessoas estão carentes”, sublinhou o jovem. A Free Hugs Campaign (Campanha dos Abraços Grátis) é um movimento social que envolve pessoas oferecendo abraços para estranhos em locais públicos. A campanha começou em 2004 por um homem australiano conhecido pelo pseudónimo “Juan Mann” em Austrália. O movimento tornou-se internacionalmente famoso em 2006 por causa do videoclip no YouTube da banda australiana Sick Puppies. Marlene Sousa

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