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Gás em reservatório expelido para o ar

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Durante o desmantelamento da empresa Upacal, na Estrada de Tornada, uma das máquinas tocou num tubo de gás e provocou a propagação para o ar do combustível que ainda se encontrava no reservatório. Foram os bombeiros das Caldas que deram pelo sucedido, cerca das 19h30 da passada quarta-feira. “Um grupo de bombeiros regressava de uma […]
Gás em reservatório expelido para o ar

Local da ocorrência, na Estrada de Tornada

Durante o desmantelamento da empresa Upacal, na Estrada de Tornada, uma das máquinas tocou num tubo de gás e provocou a propagação para o ar do combustível que ainda se encontrava no reservatório. Foram os bombeiros das Caldas que deram pelo sucedido, cerca das 19h30 da passada quarta-feira. “Um grupo de bombeiros regressava de uma ocorrência em Tornada e ao passar perto da zona sentiu um cheiro intenso a gás e ficou logo lá a fazer prevenção”, descreveu José António, comandante da corporação. Segundo este responsável, os bombeiros fizeram uma vistoria a toda a zona, percorrendo várias habitações, até entrarem no espaço da antiga Upacal, onde detetaram a origem da fuga. Logo de seguida foi contatado o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) e técnicos da Lusitânia gás, que identificaram o gás como propano, passando para a alçada de uma outra empresa da especialidade. Cerca das 23 horas foi feita uma trasfega do gás por uma empresa da especialidade, chamada pelo CDOS, sem que se tenha registado qualquer outra ocorrência, apesar do forte cheiro a gás na zona, que foi transportado pelo vento para a cidade. Segundo José António, terá sido um trator a tocar num dos tubos da instalação, durante as operações de desmantelamento. O depósito teria cerca de duas toneladas de gás propano, sendo que uma grande parte dissipou-se na atmosfera. Carlos Barroso

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