João Barahona, responsável pelo concessionário Honda nas Caldas da Rainha
Novo Honda Civic
28 de Março, 2012
A Floresauto apresentou ao público o novo Honda Civic, uma viatura que chega ao mercado muito mais barata do que a versão anterior, apesar de receber mais extras e uma modificação em termos de design. João Barahona, responsável pelo concessionário Honda nas Caldas da Rainha, explicou que “é um carro inteiramente novo dentro da silhueta […]
Novo Honda Civic
A Floresauto apresentou ao público o novo Honda Civic, uma viatura que chega ao mercado muito mais barata do que a versão anterior, apesar de receber mais extras e uma modificação em termos de design. João Barahona, responsável pelo concessionário Honda nas Caldas da Rainha, explicou que “é um carro inteiramente novo dentro da silhueta da anterior versão, que foi um êxito e esta promete ser também. Esta nova viatura tem novas suspensões, melhor insonorização, melhor qualidade dos materiais. A Honda melhorou substancialmente um carro que já era bom, mas que agora está excecional. Quem anda no carro tem a sensação que pertence a um segmento superior”. Nesta versão foram introduzidos mais equipamentos, como por exemplo o limitador de velocidade, que promete revolucionar o mercado. “O condutor pode pôr uma determinada velocidade a partir da qual pretende que o carro não a ultrapasse. Pode acelerar o que quiser, mas não ultrapassa o estipulado”, disse o responsável. Com esta tecnologia, ganha-se segurança, respeita-se os limites, consome-se menos e a qualquer momento esse limite pode ser alterado pelo condutor. No capítulo das motorizações, o Honda civic apresenta com duas versões, a gasolina e gasóleo, com motores 1400 de 100 cv e 2200 de 150 cv completamente revistos. Ganhou mais binário e baixam os níveis de poluição. O carro chega ao mercado com um preço mais competitivo do que a versão anterior, uma vez que a anterior versão de cinco portas a diesel saiu do mercado a custar 33 mil euros e a nova versão entra no mercado a custar 29.900 euros. João Barahona defende que o Estado crie incentivos ao abate, pois será a única forma de dinamizar a economia nesta área, ganhando, com isso, impostos. Carlos Barroso
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