Mais de nove mil assinaturas a exigir a manutenção da atividade do hospital de Alcobaça e a referenciação dos doentes daquela unidade para o hospital de Leiria foram entregues na passada sexta-feira na câmara de Alcobaça pela comissão de utentes que a lançou. “Queremos sensibilizar a câmara para as nossas pretensões e saber por parte do presidente qual a recetividade que tem tido nas diversas reuniões com a tutela”, disse à Lusa Ana Valverde, médica no Hospital Bernardino Lopes de Oliveira e membro da comissão de utentes de saúde dos concelhos de Alcobaça e Nazaré. A petição, lançada após uma reunião pública efetuada no início de março, reúne “cerca de nove mil assinaturas”, a serem entregues à autarquia, ao Ministério da Saúde e à Assembleia da República. Os signatários contestam as medidas que a Administração Regional de Lisboa e vale do Tejo (ARSLVT) pretende implementar no âmbito da reforma dos cuidados hospitalares do Oeste, que prevê a fusão do Centro Hospitalar Oeste Norte (onde se integra o Hospital de Alcobaça) com o Centro Hospitalar Oeste Sul, composto por dois hospitais de Torres Vedras. “O encerramento total ou parcial desta unidade [Bernardino Lopes] terá um impacto dramático na saúde da população dos concelhos de Alcobaça e Nazaré”, sustenta a petição. Segundo o documento, a medida conduz ao aumento do risco de vida em doentes com AVC, enfartes do miocárdio e poli traumatizados, ao aumento de despesas com deslocações no regresso após alta, em consultas e em exames. Entre outras queixas contam-se ainda a diminuição da possibilidade de apoio a familiares internados, continuação da inexistência de uma Unidade de Cuidados Intensivos ou Coronários e continuação da inexistência de internamento para a maioria das Especialidades.
Utentes de Alcobaça defendem ligação ao hospital de Leiria
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