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Atacado com facada no Bairro da Ponte

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Um pintor da construção civil, com 29 anos, foi atacado à facada, na madrugada de sábado, pelas 1h15, na via pública, próximo da escola do 1º ciclo do Bairro da Ponte, nas Caldas da Rainha. O agressor, que se encontra em fuga, é de nacionalidade brasileira, trabalha como lenhador, e é conhecido das autoridades pelos […]
Atacado com facada no Bairro da Ponte

Um pintor da construção civil, com 29 anos, foi atacado à facada, na madrugada de sábado, pelas 1h15, na via pública, próximo da escola do 1º ciclo do Bairro da Ponte, nas Caldas da Rainha. O agressor, que se encontra em fuga, é de nacionalidade brasileira, trabalha como lenhador, e é conhecido das autoridades pelos desacatos que provoca. Na tarde de sábado, o JORNAL das CALDAS tentou sem sucesso obter informações sobre este homem, mas na zona do Bairro da Ponte, onde se encontra uma grande comunidade brasileira, ninguém soube dar indicações, mas todos mostraram descontentamento pelo acontecimento. “Ter um brasileiro envolvido numa briga é sempre desagradável. Estamos num país estrangeiro e gostamos de respeitar as pessoas. Somos vistos como problemáticos e nós não somos assim. Só temos de pedir desculpas por esta situação, mas quem fez o que fez tem de pagar, seja português ou brasileiro”, disse um brasileiro que preferiu manter o anonimato. O cidadão português que foi ferido com um golpe profundo na perna direita, foi assistido por brasileiros, tendo um deles retirado a sua camisa para fazer de garrote e estancar a ferida. Os bombeiros das Caldas foram chamados para o cruzamento entre a Rua Manuel Mafra e a Rua Augusto Batista de Carvalho, onde se encontrava o pintor de construção civil. Numa ambulância foi levado para o Hospital das Caldas. Ao local foi ainda uma viatura para fazer lavagem do pavimento, devido ao sangue deixado pela vitima. O ferido acabou por ter alta clínica depois de ser submetido a uma pequena intervenção cirúrgica, estando em repouso pelo menos durante duas semanas, informou uma familiar. O homem não quis prestar declarações, mas a familiar garantiu que vai apresentar queixa por este acto, referindo que o agressor “tem de ser chamado à atenção”. Carlos Barroso

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