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Refeições na prisão com reclamações dos reclusos

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As refeições servidas no Estabelecimento Prisional das Caldas da Rainha continuam a ser motivo de reclamação por parte dos reclusos. O JORNAL das CALDAS voltou a receber mais uma carta anónima de reclusos, que apesar de agradecerem a notícia de há três meses que denunciava a fraca qualidade das refeições, vem novamente denunciar que a […]
Refeições na prisão com reclamações dos reclusos

As refeições servidas no Estabelecimento Prisional das Caldas da Rainha continuam a ser motivo de reclamação por parte dos reclusos. O JORNAL das CALDAS voltou a receber mais uma carta anónima de reclusos, que apesar de agradecerem a notícia de há três meses que denunciava a fraca qualidade das refeições, vem novamente denunciar que a comida voltou a decair de qualidade. “Agradecemos a notícia no JORNAL das CALDAS. A alimentação veio boa depois do vosso jornal ter dado a notícia, mas agora já está a vir uma porcaria outra vez. Serviram recentemente, ao jantar, filetes de pescada, que vinham com um cheiro a podre e imprópria para consumo. Ninguém comeu”, afirmam alguns reclusos numa carta anónima que chegou à nossa redacção. Os presos referem ainda que os problemas com a máquina de vending continuam, uma vez que continuam a colocar dinheiro e por vezes não sai o produto nem é devolvido o dinheiro. Na resposta anterior à qualidade da comida por parte da Direcção Geral dos Serviços Prisionais, foi referido que a comida era fornecida pela empresa Uniself. Deste modo, o JORNAL das CALDAS tentou contactar e falar com algum responsável dessa empresa nas Caldas da Rainha. Contudo, na loja, na Rua Sebastião de Lima, nº 37 A, apenas conseguimos conversar com algumas funcionárias que não souberam responder às nossas questões, remetendo todos os detalhes para uma responsável que estaria todos os dias, a determinada hora. Porém, apesar da nossa insistência, nunca conseguimos apanhar essa responsável, nem nos foi facultado qualquer contacto da mesma. Em conversa com alguns vizinhos onde funciona a empresa ficámos a saber que recentemente um desses vizinhos terá feito uma queixa à Câmara, devido a cheiros provenientes da laboração da unidade. Contactada a autarquia, foi-nos dito que “não há qualquer registo ou qualquer queixa”. Num contacto com a delegação de saúde pública, o seu responsável desconhecia a queixa do morador ou das reclamações dos reclusos, mas Jorge Nunes garantiu que vai pedir toda a informação quanto à laboração e confecção da comida por parte da empresa, remetendo para mais tarde qualquer informação. Carlos Barroso

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