Continua o complô contra a nossa casa, para que ela acabe de vez. Entendo que a população das Caldas, deve e tem o direito de saber o que se vai desenrolando como uma novela “tipo caldense”, em que não se sabe onde acaba. Volto a dizer e a falar àquela população que tem demonstrado repugnância ao que foi feito, contra nós agora oiçam: andam 2 senhoras atrás do Quim onde ele serve refeições aos utentes, que sempre gostaram de o acompanhar nos momentos bons e maus, a pedir aos nossos utentes que se identifiquem. Isto é ridículo. Minhas senhoras deixem o Quim trabalhar. De que organização pertencem, a vossa profissão é um pouco ingrata e mal vista, por pessoas que precisam, pela vossa falta de solidariedade e de bom senso. Mais um apelo que faço, deixem-nos em paz! Sejam humanas, sensíveis é uma vergonha, ou recebem ordem do edil para o fazer. É muito triste nos tempos de hoje, continuar a existir estas formas desumanas, de resolverem as situações; porque se avalisarmos profundamente, se calhar haverá outras instituições que também teriam que fechar, e por aqui fico… Nas outras cidades Lisboa, Porto e por aí fora, há obras neste género e não tem a perseguição, como nos estão a fazer, como de algum mal estivéssemos a praticar. Por amor de deus. Fazem isto porque o Quim é um homem, que não gosta de conflitos, é paciente é dócil só ele estava reservado para esta obra com a sua humildade, sem querer nada em troca. Não existe nos tempos de hoje nada igual. Será que tenho que entrar nos direitos humanos? Deixem-nos em paz. Queremos tão pouco uma garagem, um armazém que ande por ou algures sem préstimo, onde na nossa cidade há muitos, era um belo acto de amor, solidariedade. Inês Timóteo
Novela “Associação De Volta à Casa”
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