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Manuel Alegre penalizado por medidas impopulares do Governo

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Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, o caldense Jorge Sobral, coordenador distrital da candidatura de Manuel Alegre comentou a eleição para a Presidência da República, referindo que o principal adversário de Cavaco Silva, Manuel Alegre, não conseguiu juntar os votos dos que tradicionalmente votam no PS, assim como no Bloco. Alegou que “para esta situação […]
Manuel Alegre penalizado por medidas impopulares do Governo

Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, o caldense Jorge Sobral, coordenador distrital da candidatura de Manuel Alegre comentou a eleição para a Presidência da República, referindo que o principal adversário de Cavaco Silva, Manuel Alegre, não conseguiu juntar os votos dos que tradicionalmente votam no PS, assim como no Bloco. Alegou que “para esta situação concorreu o descrédito do Governo do PS, pelas medidas tomadas ultimamente, nomeadamente o corte de salários na função pública em cima do acto eleitoral”. Este responsável destacou ainda o incómodo desta candidatura se apresentar com o “apoio directo e envolvente do Bloco, a divisão interna no PS, por um lado pelo facto de Manuel Alegre na legislatura anterior ter criticado várias medidas do Governo, por outro o facto de há cinco anos Alegre ter empurrado Mário Soares para uma derrota expressiva e desprestigiante do antigo Presidente da República”. Jorge Sobral fez referência à candidatura de Fernando Nobre, considerando que “representa aquilo que há cinco anos foi a candidatura de Manuel Alegre. Uma candidatura fora do sistema partidário que no concelho de Caldas da Rainha conseguiu ser o segundo mais votado”. O Coordenador distrital da candidatura de Manuel Alegre disse que “os votos para Fernando Nobre vieram a maioria do centro esquerda, e uma parte significativa do eleitorado do PS”. Jorge Sobral comentou a abstenção, “a maior já verificada”. Mostrou-se preocupado com o facto de existir uma “tão grande desmotivação na participação cívica”. No seu entender, é importante que “algo mude nos partidos, tanto no seu funcionamento, assim como no recrutamento de quadros para tarefas de maior responsabilidade”. Marlene Sousa

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