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Aos Soldados da Paz

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Chamam-lhes “Soldados da Paz”. Não usam metralhadoras nem espingardas. As suas armas são a coragem e a água, que disparam dia e noite contra as chamas que querem consumir a vida das pessoas e das florestas. Eles são um exército e a sua missão é salvar. Treinados para combater guerras do dia a dia, que […]
Aos Soldados da Paz

Chamam-lhes “Soldados da Paz”. Não usam metralhadoras nem espingardas. As suas armas são a coragem e a água, que disparam dia e noite contra as chamas que querem consumir a vida das pessoas e das florestas. Eles são um exército e a sua missão é salvar. Treinados para combater guerras do dia a dia, que não precisam de decretos políticos, mas que resultam de um descuido ou de uma mão criminosa, atacam as chamas corpo a corpo, mesmo que lhes possa custar a vida. São solidários e corajosos. Quantas vezes deixam os seus em casa para cuidarem da vida de outros, que correm perigo lá fora? Destemidos e altruístas, colocam a vida alheia à frente da sua, fazendo com que cada um dos que precisa de ajuda se sinta especial, pois a sua vida é um bem precioso para aqueles que tentam salvá-la. Lutam, muitas vezes, até à morte. A sua luta tem como força motriz o amor. É o amor à vida que os move. E esse amor tem um preço alto a pagar: a própria vida. Os “Soldados da Paz”, que o fogo vai vencendo, morrem como as árvores: de pé. São os heróis reais, que choram e riem, amam e sofrem como nós. Cada vez que um Bombeiro perde a vida no seu campo de batalha, todos ficamos mais pobres. É uma centelha de esperança e de solidariedade que se apaga. A todos os soldados que deram a sua vida por nós, o nosso reconhecimento e a nossa homenagem. A cada Bombeiro que continua a lutar ferozmente com as chamas, o nosso bem-haja.   Em nome de toda a equipa que faz o JORNAL DAS CALDAS e o REGIÃO DA NAZARÉ.   Clara Bernardino    

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