Deputados do PSD em périplo pelo distrito

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Os deputados eleitos pelo PSD no Distrito de Leiria, Teresa Morais, Maria da Conceição Pereira e Paulo Batista Santos, realizaram uma visita ao Hospital de Santo André em Leiria, à Marinha Grande e Bombarral para se inteirarem dos problemas e concluíram que existe uma casa abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica não está a […]
Deputados do PSD em périplo pelo distrito

Os deputados eleitos pelo PSD no Distrito de Leiria, Teresa Morais, Maria da Conceição Pereira e Paulo Batista Santos, realizaram uma visita ao Hospital de Santo André em Leiria, à Marinha Grande e Bombarral para se inteirarem dos problemas e concluíram que existe uma casa abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica não está a funcionar por falta de um protocolo. “Acho lamentável que haja uma resposta social como aquela que está pronta para entrar em funcionamento como casa abrigo para vítimas de violência doméstica e ainda não foi possível fazer um protocolo com a Segurança Social para a pôr a funcionar”, denunciou Teresa Morais. A deputada considera que este equipamento irá ajudar a que os juízes determinem o afastamento do agressor, tirando a vítima de casa caso não seja possível tirar o agressor da habitação. Os investimentos realizados pela administração do Hospital de Santo André foram motivo de regozijo por parte dos deputados do PSD. “Conhecemos a nova unidade de cuidados cardiovasculares. É uma unidade de excelência. O Hospital fica com uma unidade que responde à população que assim deixa de se deslocar aos Hospitais da Universidade de Coimbra e de Lisboa para terem um determinado tipo de cuidados. Este Hospital está a fazer investimentos muito sérios e com muita qualidade”, disse Teresa Morais. A deputada realçou que irá continuar a pressionar para resolver o problema que atinge o Hospital de Leiria e outros no distrito, que é a falta de médicos A deputada confessou que os clínicos em Leiria já sentem alguns problemas vindos do sul. “No Hospital de Leiria já sentem a pressão das pessoas que não são aceites, por não terem vaga para serem tratadas no Hospital das Caldas e noutros e que vão para Leiria”, disse. Carlos Barroso

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