O “CARRASCO” DE SÓCRATES

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De sua graça (nome) António Ribeiro Ferreira, de profissão jornalista, ou mais propriamente cronista, usa a sua pena (caneta) que depois dá à estampa no “CORREIO DA MANHÔ, a que alguns críticos  tiram o til, para que o seu  nome outra leitura tenha.   É este, pois, o “carrasco” de Sócrates, não o filósofo, mas o […]

De sua graça (nome) António Ribeiro Ferreira, de profissão jornalista, ou mais propriamente cronista, usa a sua pena (caneta) que depois dá à estampa no “CORREIO DA MANHÔ, a que alguns críticos  tiram o til, para que o seu  nome outra leitura tenha.   É este, pois, o “carrasco” de Sócrates, não o filósofo, mas o político, que há cinco anos nos governa, segundo uns e desgoverna, segundo outros.  Este cronista alinha, na última página, do citado jornal,  as suas mortíferas “sentenças”, tentando, com a sua sarcástica escrita, derrubar do “cavalo do Poder”, aquele a quem, com alguma razão, chama o “engenheiro relativo”.  E de algum modo tem-no conseguido, com essa escrita,  que destila veneno, quase tão mortal como a cicuta. Na sua crónica de 29 de Julho, nem o abrasador calor desfalece a sua ironia, dando os parabéns a José Sócrates pelos êxitos da última semana;  em que para além da vitória conseguida pelo Primeiro Ministro com o negócio dos telefones (na PT com a Vivo), reconhece que o dito “engenheiro relativo”, com curso concluído em “universidade manhosa”, obteve, no famoso caso Freeport, a sua absolvição, na nossa estatal “Justiça”. Mas se Sócrates à face da Lei do Estado está absolvido, a conta sobretudo do “carrasco”,  Ribeiro Ferreira, será sempre culpado. Em todas estas críticas o cronista tem alguma razão, mas, em minha opinião, perde-a muito, quando destila, igualmente, veneno contra o regime saído do “25 de Abril” e mais propriamente contra a libertária Constituição da República Portuguesa e do apontar do seu texto para o socialismo democrático;   confundindo,  para mim, a generosidade do nosso texto  de lei fundamental, com políticas e políticos oportunistas, que usam e abusam dessa generosidade constitucional e do seu regime, para outros fins, que ela (Constituição), de todo não subscreve e implícita ou objectivamente condena. Fernando Rocha – Deputado Municipal pelo Bloco de Esquerda nas Caldas da Rainha

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