Aquando da vinda de Bento XVI ao nosso País, o Diário de Notícias “ofereceu” aos seus leitores um livro sobre a história dos Papas ao longo dos vinte séculos de cristianismo, desde S. Pedro até agora. Para minha surpresa, o presente era “envenenado”, pois tinha de se comprar ao longo de várias semanas o dito jornal, onde vinham os cromos para completar o tal “livro grátis”. Tudo bem, vai-se comprando dia-a-dia, vão-se lendo umas notícias e no fim, pode-se dar ao netinho uma recordação desta histórica e inolvidável presença em Portugal, dum “Papa feliz em tempo de guerra, num território minado pelo inimigo…”. Mas o pior aconteceu: Um dia, estava o garoto de cromos na mão, olhos esbugalhados e nariz esborrachado numa página do D.N. repleta de “cuzinhos ao léu”… Santo Deus, que aflição, como vou poder explicar à criança o que “aquilo é” e o “que representa”? Como posso aceitar que, numa ingénua e tranquila procura de cromos para uma colecção, traiçoeiramente, seja confrontado com tamanha ausência de escrúpulos, de vergonha e de pudor? Agora pergunto-me: Onde estão os homens deste Portugal profundo? Avós, pais, gente séria, trabalhadora e honesta, que ainda há por aí, que andam a fazer e a pensar? Futebol para a direita, “casamentos” gays para a esquerda, crise para aqui e crise para acolá, com a falta de juízo imperar e a promiscuidade a aumentar, onde é que esta insanidade irá parar! Francamente, já nem sei para onde me voltar, talvez para alguma imprensa regional onde os valores ainda tenham o seu lugar normal e exista a preocupação de informar com transparência, de forma digna, para se poder ler tranquilamente, no recato do lar, ao lado da família, sem ficar “rubro” de revolta… António Rainha
O Papa e “os rabinhos ao léu”
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