Quando um Homem chega ao fim da vida e deixa a recordação duma obra, plena de singeleza, simples como as coisas puras, humana e fraterna como a solidariedade, fica-nos a ideia de que apenas nos deixa o seu corpo, já que a sua alma se corporizou nas aulas que deu a centenas e centenas de alunos, hoje já avós, que receberam do Mestre os segredos dos ofícios e o profundo afecto que o seu sorriso iluminava como um sol brilhante que faz florir os brotos e espantar a ignorância e a inabilidade. Estes Mestres deram alma as escolas técnicas, foram eles o exemplo de que pode o ensino, se se tiver em mira que para além de uma fórmula matemática, há muitas vezes uma espécie de inteligência digital, que cultivada, torna o homem mais útil do que um bacharel. À família do Mestre Mateus apresento os meus mais sinceros pêsames. Hermínio de Oliveira
Peça cerâmica de Mário Reis assinala início de mandato de António José Seguro
O artista cerâmico Mário Reis fez uma peça para assinalar a tomada de posse do novo Presidente da República, a que deu a designação “Segurem-me”.



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