Cândido Barros, um homem com cem anos, foi inscrever-se no mês de Abril, no Inatel, em Paços de Ferreira, mas acabou por não conseguir na primeira vez, porque o sistema informático não aceitava três dígitos no espaço da idade. Este foi o princípio de uma história que o Inatel aproveitou para premiar Cândido Barros com o galardão de super sénior, um prémio que pretendem atribuir a alguns membros que cheguem a esta idade e que façam turismo. A cerimónia da atribuição desta distinção foi feita em Alcobaça, onde esteve presente o presidente do Inatel, Vítor Ramalho, que se mostrou satisfeito com a vontade de uma pessoa com cem anos querer fazer turismo. “Ele até me mostrou a carta de condução válida e confessou que ainda guia sem qualquer tipo de problema e nunca teve qualquer acidente”, disse. O presidente do Inatel explicou ainda que assim que soube da idade de Cândido Barros “depressa começámos a pensar em fazer-lhe alguma coisa”. “Aproveitando estes oito dias que vão estar por Alcobaça, Peniche e na Foz do Arelho, quisemos fazer esta recepção e atribuir-lhe simbolicamente um prémio super sénior. É uma referência e são momentos marcantes para nós no Inatel”, acrescentou Vítor Ramalho. Durante a cerimónia Cândido Barros mostrou-se bastante agradecido com o prémio desejando que todos tenham saúde para daqui a algum tempo poderem estar a comemorar mais um prémio. Já em privado Cândido Barros confessou que todos os dias se levanta cedo, come bem, dá passeios, pratica ginástica, justificando deste modo a sua longevidade e a sua forma física. Já a sua empregada, Maria Felismina Sousa, com 69 anos, e que foi a potenciadora da sua inscrição no Inatel, contou que Cândido Barros é visto como um benemérito de Paços de Ferreira, já que trabalhou muito em prol da localidade. Foi ourives e comerciante. Cândido Barros nasceu a 13 de Dezembro de 1909 e promete continuar a passear pelo país. O homenageado não tem filhos, mas possui cerca de meia dúzia de sobrinhos. Carlos Barroso
Peça cerâmica de Mário Reis assinala início de mandato de António José Seguro
O artista cerâmico Mário Reis fez uma peça para assinalar a tomada de posse do novo Presidente da República, a que deu a designação “Segurem-me”.



0 Comentários