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Pedida suspensão das portagens no troço Malveira-Loures da A8

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A Assembleia Intermunicipal da OesteCIM vai propor ao ministro das Obras Públicas, António Mendonça, a suspensão imediata das portagens no troço Malveira-Loures da A8 e a redução do preço em toda a região. A moção, proposta pela CDU e redigida em conjunto com o PSD, foi aprovada por 36 deputados e rejeitada por 18 outros […]
Pedida suspensão das portagens no troço Malveira-Loures da A8

A Assembleia Intermunicipal da OesteCIM vai propor ao ministro das Obras Públicas, António Mendonça, a suspensão imediata das portagens no troço Malveira-Loures da A8 e a redução do preço em toda a região. A moção, proposta pela CDU e redigida em conjunto com o PSD, foi aprovada por 36 deputados e rejeitada por 18 outros eleitos, na sequência de uma intervenção do social-democrata Marco Claudino. “A A8 tem no troço entre Torres Vedras e Malveira uma situação caótica”, sublinhou Marco Claudino, que pediu aos deputados para subscreverem o abaixo-assinado promovido pelo PSD de Torres Vedras, exigindo a suspensão das portagens naquele troço enquanto se mantiverem as obras de alargamento da via. Além de todos os presidentes de Câmara de Cadaval, Óbidos, Bombarral, Alcobaça, Nazaré e Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço terem subscrito o abaixo-assinado, a Assembleia deliberou aprovar a moção, reforçando essa exigência. O documento exige ainda que o valor de 17,9 euros das portagens no troço Torres Vedras-Malveira seja reduzido “para o valor médio nacional de 11,4 euros por quilómetro” e que seja efectuada “uma rápida intervenção ao nível das medidas de segurança necessárias”. Com a subscrição do abaixo-assinado na Assembleia da OesteCIM, que integra os concelhos de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, o PSD de Torres Vedras terminou a recolha presencial de assinaturas. “Não estando ainda contabilizadas todas as subscrições, já podemos afirmar, com segurança, de que em três semanas foram atingidas, no mínimo, 7000 assinaturas”, assegurou Marco Claudino. A petição pode, no entanto, continuar a ser subscrita em www.peticaopublica.com enquanto os seus autores aguardam a marcação da reunião solicitada ao ministro das Obras Públicas para entrega das assinaturas.   Carlos Barroso

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