Q

Hospital das Caldas a rebentar pelas costuras

EXCLUSIVO ASSINE JÁ

O centro Hospitalar Oeste Norte vai investir cerca de 3,3 milhões de euros em obras de remodelação e aquisição de material para os hospitais da sua área de abrangência, ou seja Caldas, Peniche e Alcobaça. A obra de maior volume de dinheiro e de financiamento é a remodelação do serviço de internamento cirúrgico e cirurgia […]
Hospital das Caldas a rebentar pelas costuras

O centro Hospitalar Oeste Norte vai investir cerca de 3,3 milhões de euros em obras de remodelação e aquisição de material para os hospitais da sua área de abrangência, ou seja Caldas, Peniche e Alcobaça. A obra de maior volume de dinheiro e de financiamento é a remodelação do serviço de internamento cirúrgico e cirurgia de ambulatório, com um valor de 1,4 milhões de euros. Para a reinstalação do serviço de urgência do Hospital de Peniche vão ser gastos 768 mil euros e para a renovação de equipamento radiológico e aquisição da PACS vão ser dispendidos 690 mil euros. Finalmente para a aquisição da tomografia axial computorizada vão ser gastos 492 mil euros. Estas obras foram candidaturas ao QREN e têm um financiamento global de 2,3 milhões de euros do Fundo Europeu e cerca de um milhão de euros de contrapartida nacional. Porém, e apesar deste investimento, o Hospital Distrital das Caldas da Rainha precisa de obras na zona da consulta externa, de um novo parque de estacionamento para utentes e clínicos e necessita urgentemente de mais espaço para colocar doentes e serviços, muitos deles a funcionarem em contentores. Muitos clínicos têm de atender doentes nos corredores sem o mínimo de condições, uma vez que com a organização hospitalar, um serviço que já estava em ruptura está agora a receber utentes dos municípios de Alcobaça e de Peniche. Com tudo isto é normal uma grande afluência de pessoas às urgências e aos serviços de consulta externa, pelo que utentes e clínicos só pedem para que seja construído um novo Hospital, uma vez que uma segunda fase das actuais instalações iria ainda inviabilizar mais o actual trabalho no estabelecimento de saúde, que não tem espaço para se expandir, além de ser um transtorno enorme para clínicos e doentes dois anos ou mais de obras naquele edifício.   Carlos Barroso

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados