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Expectativa com vinda da ministra da Saúde às Caldas

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A Ministra da Saúde visita a sede da OesteCIM no dia 6 de Abril, pelas 10 horas, e deverá anunciar a localização do futuro Hospital Oeste Norte e apresentar soluções para a resolução de problemas da saúde nos Municípios do Oeste. O JORNAL das CALDAS, dada a matéria em questão, contactou com os autarcas de […]
Expectativa com vinda da ministra da Saúde às Caldas

A Ministra da Saúde visita a sede da OesteCIM no dia 6 de Abril, pelas 10 horas, e deverá anunciar a localização do futuro Hospital Oeste Norte e apresentar soluções para a resolução de problemas da saúde nos Municípios do Oeste. O JORNAL das CALDAS, dada a matéria em questão, contactou com os autarcas de Alcobaça, Caldas, Óbidos, Peniche, Nazaré e Bombarral, tendo em conta que será a área influência do Hospital Oeste Norte, embora a localização seja disputada a dois. Porém, só conseguimos que o presidente da Câmara de Alcobaça respondesse às questões comuns a todos, já que todos os restantes remeteram-se ao silêncio. Dado o aproximar do dia para a chegada da Ministra, até o autarca das Caldas da Rainha, que foi alertado pessoalmente para responder às questões do Hospital Oeste Norte, preferiu não dizer nada, numa altura em que estava em polvorosa com as eleições do seu partido. Já da parte de Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça, as expectativas e o compromisso é de que a ministra venha anunciar a concretização do Hospital Oeste Norte e a sua localização. O autarca sentir-se-á defraudado se a ministra não apresentar a localização, seja em Alcobaça ou nas Caldas. “A ascensão clara do Hospital Oeste Norte passa pela localização do futuro novo Hospital. Não se compreende qualquer outro adiamento ou protelamento da decisão. O senhor primeiro-ministro na Batalha afirmou de uma forma inequívoca que o Hospital Oeste Norte era uma certeza futura e que a breve trecho era designada a sua localização”, comenta. O presidente da Câmara de Alcobaça não aceita que seja dada como hipótese a segunda fase da ampliação do Hospital Distrital das Caldas da Rainha. “O compromisso que foi feito pelo mais alto político do poder executivo, o senhor primeiro-ministro, é que é um novo Hospital. Os oestinos não aceitam outra decisão que não seja um novo edifício”, declara, descrevendo que “mesmo com a crise económica não é razão para adiar ou não apresentar outra solução que não seja a construção de um novo Hospital”. Por outro lado circulam boatos que indicam que o Município das Caldas da Rainha não tem qualquer terreno disponível para construir o Hospital Oeste Norte, havendo mesmo quem diga que “ao dizer que tem muitos não tem nenhum”. Há também quem se interrogue que dos muitos locais possíveis falados pelo presidente da Câmara das Caldas até agora, “qual destes são camarários” e “porque é que Fernando Costa não diz exactamente qual é o terreno, tal como fez Alcobaça”. Estes factores de incerteza também deverão ter pesado na decisão da comissão técnica que fez um relatório para a localização do Hospital Oeste Norte. Há quem diga que se a localização for num dos quaisquer sítios imaginados por Fernando Costa, a edilidade das Caldas, que tem estado a passar por dificuldades de tesouraria, não terá dinheiro para comprar os terrenos que a comissão diga serem os ideais. A ampliação do Hospital das Caldas é um assunto que agrada a alguns políticos caldenses, mas os médicos não querem. Lutando só, tem estado José Marques Serralheiro, o mentor do Hospital Oeste Norte, que foi criticado por muitos, mas depois dos políticos de terem visto uma oportunidade para construir o estabelecimento de saúde, colocaram-no à margem.   Carlos Barroso

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