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Campeonato Nacional da II Divisão de Seniores Femininos 2ª Fase Inter-Regional Leiria/ Lisboa/ Algarve   A.D. Marista – 3 Sporting Clube das Caldas 1 Parciais: 19-25; 25-12; 25-20; 26-24.   C.V. Lisboa 1 – Sporting Clube das Caldas 3 Parciais: 22-25; 25-21; 16-25; 17-25.   Sporting Clube das Caldas: Fernanda Coutinho (cap), Marta Custódio, Liliana […]

Campeonato Nacional da II Divisão de Seniores Femininos 2ª Fase Inter-Regional Leiria/ Lisboa/ Algarve   A.D. Marista – 3 Sporting Clube das Caldas 1 Parciais: 19-25; 25-12; 25-20; 26-24.   C.V. Lisboa 1 – Sporting Clube das Caldas 3 Parciais: 22-25; 25-21; 16-25; 17-25.   Sporting Clube das Caldas: Fernanda Coutinho (cap), Marta Custódio, Liliana Carlos, Ana Saraiva, Sofia Neves, Patrícia Gama, Daniela Boleixa, Joana Reis, Ana Serrenho e Sónia Sousa. Treinador: Bruno Cunha   Foi uma jornada dupla complicada para o Sporting das Caldas, disputando os dois jogos fora de casa, frente à A.D. Marista e C.V. Lisboa. Este difícil desafio foi apenas em parte superado, uma vez que se saldou numa derrota, no primeiro jogo, e numa vitória, no segundo. Relativamente ao jogo no reduto da A.D. Marista, a equipa caldense tinha como objectivo a vitória, sendo com essa intenção que se deslocou a Lisboa. O jogo até começou bem para as caldenses, ao dominarem o primeiro set com boas acções, acima de tudo de serviço, o que dificultou a construção de jogo das adversárias, pelo que a vitória no set nunca esteve em perigo, fechando-o por 19-25. No segundo set, pode-se dizer que o feitiço se virou contra o feiticeiro, e foi a equipa das Caldas quem claudicou, e de que maneira, no capítulo da recepção, sendo uma sombra de si própria, vergando-se a um resultado que em nada transparece o equilíbrio existente entre as duas equipas. A equipa caldense não esteve bem em nenhum capítulo do jogo, pois mesmo quando a recepção era conseguida em condições, ora a passadora não conseguia distribuir jogo convenientemente, ora as atacantes não conseguiam concretizar, pelo que o resultado foi um exagerado 25-12. Os terceiros e quarto sets foram muito iguais entre si, com a equipa caldense a raramente conseguir impor o seu jogo, com vários erros a nível de ataque e com uma quase inexistência nas acções de bloco. Para mais, o quarto set foi jogado sem uma das centrais de raiz, lesionada, obrigando a uma adaptação da equipa a uma nova formação, com jogadoras a realizar funções diferentes das normais e, apesar de uma boa reacção final, não foi suficiente, sendo os sets ganhos pelas lisboetas por 25-20 e 26-24, respectivamente. Para o segundo jogo, teoricamente mais difícil que o anterior, as limitações eram ainda maiores, uma vez que a central que se lesionara no dia anterior não poderia dar o seu contributo à equipa, contra umas adversárias que faziam valer muito do seu jogo pelas suas centrais altas. Esta falta obrigava a equipa das Caldas a realizar as devidas alterações, já orquestradas na semana anterior na vitória em Portimão, colocando a oposto a central e uma das entradas como oposto. A equipa entregou-se ao jogo com muita vontade e entrosamento entre as jogadoras, ultrapassando as dificuldades. À semelhança do jogo anterior, foi mais uma vez no capítulo do serviço que as caldenses começaram bem, colocando muitas dificuldades desde logo às atletas adversárias, mesmo a libero, que cometeram diversos erros de recepção. A gestão do set, após a obtenção de uma vantagem confortável, foi eficaz, permitindo às caldenses vencê-lo por 22-25. O segundo set começou por se desenvolver da mesma forma que o primeiro, com as atletas das Caldas a conquistar uma vantagem confortável de 7 a 1, o que normalmente permitiria que conseguissem gerir o set mais uma vez, mas uma série de erros, desde a recepção ao ataque, originaram que as atletas adversárias passassem para a frente aos 9 a 8, moralizando-se e conseguindo, por sua vez, cavar um fosso pontual a seu favor. A equipa do Sporting das Caldas ainda voltou a reagir, mas já demasiado tarde, pelo que a equipa lisboeta fechou este set com 25-21. No terceiro e quarto sets, as caldenses conseguiram encontrar de novo o seu jogo, muito mais assertivas no ataque, com uma óptima atitude de defesa e a imporem muito mais presença no bloco, contribuindo para isso a subida de rendimento e confiança da atleta adaptada a central, Sónia Sousa, que através de uma melhor presença na rede permitiu à equipa organizar-se, essencialmente na defesa. Dominando os sets do início ao fim, a equipa das Caldas fechou ambos os sets por margens categóricas, 16-25 e 17-25, respectivamente. Nas palavras do treinador “este fim-de-semana, sendo de jornada dupla, fora de casa e contra duas adversárias de valor, adivinhava-se muito importante para avaliar o nosso estado como equipa e confirmar as nossas ambições. Não foi o ideal, mas o que vou reter é a forma como as minhas atletas deixaram o que tinham em campo, e mais uma vez demonstraram que das dificuldades se geram desafios, esses a serem ultrapassados. Não posso deixar de salientar duas situações: a primeira, mais feliz, relativa à força de vontade das atletas Sónia Sousa e Margarida Serrenho, que se predispuseram a jogar em posições que não as suas, nunca comprometendo, se bem que devidamente apoiadas pela equipa. A segunda, a lamentar, do abandono da competição por parte da nossa atleta Filipa Rosário, por motivos pessoais. Para ela, agradeço em nome do grupo por toda a vontade e capacidades demonstradas enquanto envolvida neste projecto”.

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