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Agressões em jogo de hóquei em patins em Peniche

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Um jogo de hóquei em patins a contar para o Torneio Regional de Encerramento de juvenis – Grupo A acabou com agressões. Tratou-se do encontro entre o Stella Maris, de Peniche, e Hóquei Clube de Santarém (HCS), realizado em Peniche no dia 13 de Março, e que terminou empatado a quatro bolas. Segundo a direcção […]
Agressões em jogo de hóquei em patins em Peniche

Um jogo de hóquei em patins a contar para o Torneio Regional de Encerramento de juvenis – Grupo A acabou com agressões. Tratou-se do encontro entre o Stella Maris, de Peniche, e Hóquei Clube de Santarém (HCS), realizado em Peniche no dia 13 de Março, e que terminou empatado a quatro bolas. Segundo a direcção do HCS, que se queixou à Associação de Patinagem de Leiria e à Associação de Patinagem do Ribatejo, “após ter terminado o jogo, os juvenis de Santarém dirigiram-se para o balneário a fim de se desequiparem. Qual não foi o espanto de todos quando de repente entraram no referido balneário vários jogadores do Stella Maris empunhados de stick, agredindo os jogadores de Santarém, que se viram obrigados a fugir ou defender perante uma atrocidade que nada tem a ver com o desporto”. “A ajudar a festa também um seccionista daquele clube tentou agredir dentro do balneário do HCS um jogador de Santarém, quando o mínimo que se podia exigir daquele dirigente seria o de tentar acalmar e apaziguar toda a situação criada pelos jogadores de Peniche”, refere o HCS. “Nesta altura o seccionista e o treinador de Santarém estavam ainda no campo conversando com o árbitro e quando chegaram à zona dos balneários estavam praticamente todos no corredor onde a intervenção do treinador do Stella Maris foi preponderante para que tudo fosse sanado”, descreve o presidente do HCS, Francisco Mogas. O dirigente afirmou ainda que “tudo pareceu premeditado uma vez que no jogo da 1ª volta os jogadores do Stella Maris tinham ameaçado que quando fossem a Peniche iríamos “levá-las”. “Na altura não se fez caso da ameaça mas agora chegamos à conclusão que algo não está correcto na formação daqueles jovens. A concretização da ameaça leva-nos a crer que aqueles jovens estão no desporto errado”, manifesta. “Já na época passada, aquando de um jogo em Santarém, os mesmos jogadores de Peniche roubaram 6 bolas de hóquei ao HCS e depois do seu seccionista ter sido confrontado com a situação, acabaram por devolvê-las com um pedido de desculpas por parte do dirigente”, adianta. A direcção do Stella Maris emitiu um comunicado, onde indica que no final do jogo, “no corredor de acesso aos balneários houve provocações e ofensas dos jogadores das duas equipas e posteriormente agressões físicas”. “Esta situação ocorreu no corredor de acesso aos balneários e nunca no seu interior. Houve agressões de parte a parte, ao contrário do que veio referido no comunicado do HCS. Durante o jogo nada fazia prever tal situação e prova disso é que tanto dirigentes como treinadores das duas equipas foram apanhados desprevenidos pelos factos ocorridos”, esclarece o Stella Maris. “É importante referir que já no exterior do pavilhão, quando alguns jogadores do Stella Maris se retiravam, voltaram a ser insultados por elementos do HCS, na altura já acompanhados por adultos”, comenta. “Com isto não queremos branquear o lamentável sucedido, mas sim relatar a verídica versão dos factos. O comunicado do HCS está ferido de algumas inverdades, já que o seu presidente ao relatar os factos que lhe transmitiram ou está a mentir ou mentiram-lhe”, manifesta o clube de Peniche. E conclui: “Sem alimentar mais polémicas pretendemos encerrar aqui o assunto, no entanto de referir que nem os juvenis do Stella Maris são uns delinquentes nem os do HCS uns “meninos de coro”. Francisco Gomes

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