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Novo director no agrupamento de escolas D. João II

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No passado dia 5 tomou posse o novo director do Agrupamento de Escolas D. João II de Caldas da Rainha, Jorge Manuel Martins Graça. A cerimónia teve lugar no auditório da escola sede do agrupamento, sendo dirigida pelo presidente do Conselho Geral Transitório, Luís Filipe Pinto Rodrigues de Oliveira, e com a presença da maioria […]

No passado dia 5 tomou posse o novo director do Agrupamento de Escolas D. João II de Caldas da Rainha, Jorge Manuel Martins Graça. A cerimónia teve lugar no auditório da escola sede do agrupamento, sendo dirigida pelo presidente do Conselho Geral Transitório, Luís Filipe Pinto Rodrigues de Oliveira, e com a presença da maioria dos membros deste órgão, convidados e membros da comunidade educativa. A sessão foi iniciada com uma intervenção do presidente do Conselho Geral Transitório, que depois de agradecer a presença de todos naquele acto singelo mas pleno de significado, referiu que a dimensão do agrupamento, com cerca de 2300 alunos, 230 professores e cerca de 50 funcionários, coloca na sua opinião um enorme desafio ao novo director agora empossado, pois a dispersão das escolas e consequentemente dos docentes, discentes e funcionários, obriga à adopção de uma visão e capacidade organizacional bem diferente e muito mais exigente daquela que até há pouco anos era prática e antes da existência do agrupamento. Apelou à mobilização de toda a comunidade educativa para que o trabalho empenhado e de qualidade que o Agrupamento tem vindo a desenvolver, permita atingir cada vez melhores resultados, seja ao nível das competências adquiridas pelos alunos seja ao nível dos valores transmitidos. Apelou a uma participação activa dos pais e encarregados de educação pois o seu papel para alcançar os objectivos definidos no Projecto Educativo é cada vez mais relevante. Concluiu a sua intervenção desejando ao novo director as maiores felicidades no desempenho do cargo e que a equipe de trabalho que venha a escolher seja coesa, com grande capacidade e disponibilidade de trabalho, pois o momento exige uma liderança forte e cumulativamente uma capacidade de mobilização dos seus pares. Depois do acto formal da tomada de posse, o novo director agradeceu a presença de todos e fez uma explanação das suas prioridades que passam pela reorganização de alguns sectores, mobilização de todos os intervenientes no processo educativo, apelando a uma intervenção criativa, aglutinadora e empenhada de todos. “O agrupamento será aquilo que todos queiram que seja e deve afirmar-se cada vez mais na comunidade, contribuindo para a melhor preparação dos alunos em todos os domínios da sua formação”, manifestou. As propostas contidas no seu programa de candidatura, apresentado quando do processo concursal para director, sufragado e merecedor da confiança da maioria dos membros do Conselho Geral Transitório, será uma referência permanente nos próximos 4 anos. Foram concluídos os trabalhos, tendo sido servido um porto de honra.

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