Caldas: 2 A. E. Óbidos: 1 Caldas: Ruben Gonçalves, Pedro Aires, Carlos Lopes, Tomás Vieira, André Cruz, Francisco Jorge, André Perdiz, João Gaspar, Telmo Pereira, Daniel Belchior e João Lopes. Suplentes: João Cruz, Simão Sábio, Jorge Nuno Reis, Gonçalo Pimenta, Rafael Matias, Diogo Adrega e João Duarte Treinador: José Pedro Lopes Adjunto: Fernando Enxuto Delegado: Mário Silvério Massagista: Adelino Santos A duas escassas jornadas do término da 1ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão de Juvenis, Caldas e A.E. Óbidos voltaram a encontrar-se, desta feita no sintético da Quinta da Boneca. Ainda presente na lembrança dos atletas obidenses estaria certamente a descolorida imagem do jogo da 1ª volta (derrota caseira por 1-4) assim como o desejo, em caso vitória, de encurtar distância para o seu adversário, se bem que o apuramento para a fase seguinte da prova já tivesse sido alcançado por ambas as equipas. Frente a frente, duas equipas com alguns pontos em comum: Tacticamente, utilizando o mesmo modelo (4x3x3), denotando uma assimilação de conceitos dos princípios de jogo, acima da média. Técnica e fisicamente, evoluídas, tendo em conta o escalão de sub/16. A A.E. Óbidos apresentou-se no modelo previsível (4x3x3), com Cristiano na baliza, Flávio e Irakli nas laterais, Bezina e António como centrais. Meio campo formado por João Rodrigues, Renato e Telmo. O ataque entregue a Wiliam à esquerda, Marcelo ao centro e Patacho na direita. O Caldas “encaixava” no seu opositor: Ruben, atrás de uma linha de 4 elementos, Aires, Carlos, Telmo e Tomás. O triângulo invertido, com Cruz, Belchior e J. Lopes, na frente, o tridente, Perdiz, Francisco e Gaspar. A par das inúmeras semelhanças tácticas dos dois conjuntos, uma diferença claríssima saltava à vista após o apito inicial: atitude e apatia. Os visitantes assumiram o comando do jogo, pressionando o portador da bola e ocupando os espaços entre linhas de forma eficaz, perante a apatia caldense. O Caldas tardava em estabilizar e a imagem de marca, o “carrocel”, emperrava nos elos do meio campo. Aos 25′ um lance discutível na área caldense, a bola vai ao braço do central Telmo e o árbitro, por indicação do auxiliar, entendeu apontar a marca da grande penalidade. Patacho, chamado à conversão, coloca justamente a formação de Óbidos na posição de vencedora. Resultado que se manteve até ao intervalo. O golo e principalmente o intervalo, tiveram o condão de funcionar para os da casa como que um despertador. A baixa qualidade de jogo não se alterou na 2ª parte, mas a postura dos jovens caldenses, sim, e no seguimento da clarividência do colectivo, resultou a reviravolta aos 54 e 58′ por intermédio de Perdiz e Gaspar, concluindo lances de recorte técnico apreciável. Em suma: a qualidade dos intervenientes antevia um jogo de nível superior. Se na 1ª parte, a A. E. Óbidos foi claramente superior e justificava a vantagem ao intervalo, no 2º tempo o Caldas pela vontade demonstrada e inteligência em lances capitais, superou justamente um obstáculo deveras difícil, naquela que foi, uma das prestações menos conseguidas da época. Os jogadores e técnicos desejaram as melhoras para o atleta do Caldas, Ruben, que abandonou o terreno de jogo lesionado com alguma gravidade.
Campeonato Distrital da 1ª Divisão – Série D
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