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Condições precárias no Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital

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Profissionais de saúde e utentes queixam-se de falta de condições de trabalho no Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital das Caldas da Rainha. Denunciam a escassez de espaço a falta de manutenção naquele serviço. Um dos queixosos levou a sua companheira há cerca de duas semanas ao serviço de urgência de obstetrícia […]
Condições precárias no Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital

Profissionais de saúde e utentes queixam-se de falta de condições de trabalho no Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital das Caldas da Rainha. Denunciam a escassez de espaço a falta de manutenção naquele serviço. Um dos queixosos levou a sua companheira há cerca de duas semanas ao serviço de urgência de obstetrícia e ficou chocado com as condições precárias da sala de observação. Elogiou os profissionais de saúde que laboram no local, lamentando a falta de condições para trabalharem, nomeadamente pelas duas salas de observação estarem separadas por cortinas, originando falta de privacidade para quem está a praticar medicina e para quem está a ser observada. Falou ainda da falta de um lavatório para lavar as mãos numa das salas de observação, tendo os médicos especialistas em ginecologia/obstetrícia que se deslocarem para a outra sala enquanto uma utente está a ser observada. Outra questão focada pelo queixoso foi a condição das paredes do serviço, que tem várias áreas com o azulejo caído. Não percebe como um serviço daqueles, que recebe “grávidas de toda região mantém aquelas condições numa sala de observação que é utilizada por centenas de utentes todas as semanas”. “O Hospital tem vindo a sofrer obras, portanto, não se admite que um serviço daqueles não tenha manutenção regular”, disse, relatando que foi impedido de entrar na sala de observação com sua companheira porque na altura estava a ser observada outra utente. “A minha mulher estava aflita com uma situação grave e não pude entrar com ela porque para entrar a sala de observação podia ver a outra utente que estava a ser observada na outra divisão dividida por cortinas”, apontou. O JORNAL DAS CALDAS falou com alguns profissionais de saúde do serviço que admitem as más condições e a falta de manutenção. Enfatizam que são necessárias obras para corrigir problemas, como a falta de azulejo nas paredes, a colocação de uma lavatório na sala de observação, a ampliação e a divisão das salas com paredes, novas marquesas, entre outros arranjos. Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, o +residente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste Norte, Manuel Nobre, informou que as situações relatadas são do seu conhecimento e estão já equacionadas as soluções possíveis para corrigir ou minimizar os problemas existentes. “É sabido das escassas dimensões da urgência Ginecológica e Obstétrica e existe já um plano de obras para o qual se irá procurar financiamento necessário”, disse, acrescentando que “as obras dotarão o Serviço das condições exigíveis para funcionários e utentes”.   Marlene Sousa

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