Nas últimas semanas, o nosso concelho viu treinadores de diferentes modalidades colectivas obterem resultados diversificados. Um treinador de futsal conseguiu que a sua equipa subisse aos nacionais. Um treinador de voleibol conseguiu, no último jogo, levar a sua equipa ao topo do voleibol nacional. No futebol, um treinador conseguiu manter a sua equipa na divisão nacional onde se encontrava na recta final do campeonato. Finalmente, num concelho adjacente ao nosso, um treinador de hóquei em patins não consegui subir ao topo nacional por 2 golos! Muitos outros treinadores do distrito conseguiram as proezas mais diversificadas. Uns são heróis, outros são vilões, outros ninguém os conhece. Diariamente temos acesso aos feitos de equipas e de atletas federados. Quando a informação se restringe ao resultado (seja uma vitória, uma classificação, um recorde), temos acesso apenas a um indicador. Indicador esse que leva muita gente a classificar (rotular) imediatamente o treinador. E o projecto? E a quantidade de treinos? E a qualidade de treinos? E a satisfação dos atletas? E o desempenho dos atletas? Pois é, de facto, um resultado depende de muitos indicadores. E será a soma desses indicadores que nos poderá dar uma ideia mais justa da representação do resultado. Com esta abordagem, provavelmente os treinadores serão “inocentes” e não “culpados” pois, de facto, a sua profissão é bem mais complexa do que muitos julgam. Para mim, eles são os “culpados” de eu adorar ver desporto (ao vivo, na televisão, na Internet). Obrigado, treinadores! Pedro Sequeira
Treinador: Inocente ou Culpado?
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