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De Frois Fiandeiro Fui convidado pelo meu grande amigo Mário Lino para integrar a caravana do XXVI Ciclo Brevet Internacional (cicloturismo) entre Caldas da Rainha e La Codosera (Espanha). Em boa hora aceitei o convite. Foi uma jornada magnífica de convívio e desporto. Não me arrependo de me ter levantado às cinco horas da manhã […]

De Frois Fiandeiro Fui convidado pelo meu grande amigo Mário Lino para integrar a caravana do XXVI Ciclo Brevet Internacional (cicloturismo) entre Caldas da Rainha e La Codosera (Espanha). Em boa hora aceitei o convite. Foi uma jornada magnífica de convívio e desporto. Não me arrependo de me ter levantado às cinco horas da manhã de sábado e de me ter deitado às duas horas da manhã de domingo. E também não me arrependo da monumental molha que apanhei num posto de controlo na Golegã quando a chuva me caiu em cima a céu aberto sem a mínima protecção. Cerca de trezentos ciclistas e cerca de meia centena de carros de apoio constituíram uma caravana colorida que ao entrar em La Codosera recebeu o carinho e o aplauso de centenas de pessoas que se estendiam ao longo da estrada. Bonito. Quero também salientar a importante colaboração prestada pela Brigada de Transito portuguesa e pela Guardia Civil e Protecção espanholas preciosas no apoio concedido. Não obstante o cansaço a que fui sujeito nesta “aventura” de quase seiscentos quilómetros com vinte e uma horas sem dormir, serei capaz de para o ano repetir a “façanha” se para tal for convidado. Quero aqui deixar uma palavra de apreço ao Mário Lino pelo seu empenho e dinamismo numa organização que envolve uma “multidão” de pessoas e que ele desde há muitos anos vem abraçando. Fiquei fã. E uma coisa é certa: “Quem corre por gosto não cansa”. E eu fi-lo por e com gosto. Obrigado, Mário Lino, por te teres lembrado de mim!

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