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Experiências Fora do Corpo (EFC)

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A semana era de férias e, tínhamos rumado ao Norte, no intuito de revisitar familiares. Agendáramos uma conferência espírita, numa associação espírita em Braga. O tema era prometedor “Como é morrer?”. Às 21h30 teve início a palestra espírita, perante cerca de 300 pessoas. Falámos da concepção espírita de Deus, da imortalidade do Espírito, da comunicabilidade […]
Experiências Fora do Corpo (EFC)

A semana era de férias e, tínhamos rumado ao Norte, no intuito de revisitar familiares. Agendáramos uma conferência espírita, numa associação espírita em Braga. O tema era prometedor “Como é morrer?”. Às 21h30 teve início a palestra espírita, perante cerca de 300 pessoas. Falámos da concepção espírita de Deus, da imortalidade do Espírito, da comunicabilidade dos Espíritos, da reencarnação e da pluralidade dos mundos habitados. Fizemos uma viagem pela génese do ser humano até aos dias de hoje, relembrando as questões que parecem eternizar-se no nosso íntimo: «Quem sou eu? De onde venho? Para onde vou? Porque sofro mais ou menos que os demais?» Falámos da morte do corpo de carne, da saída do Espírito imortal para o mundo espiritual, como se sentem as pessoas nessa passagem, isto, de acordo com os relatos que essas mesmas pessoas nos trazem. Uns referem essa passagem suave e tranquila; outros descrevem-na como tortuosa e sofrida, cada um colhendo de acordo com o seu estado de espírito, decorrente das suas atitudes, sentimentos e pensamentos, semeados na romagem terrestre. No fim da conferência, seguiram-se agradáveis momentos de convívio, com os presentes trocando ideias, aclarando este ou aquele conceito vertido na conferência. A páginas tantas, um senhor, desconhecido, interpelou-me, afirmando-se agnóstico. Estava ali por causa da esposa, que apesar de culta, dizia ele, ouvia espíritos. Lá lhe explicámos que a mediunidade ou percepção extra-sensorial, nada tem a ver com cultura, cor de pele, idade, entre outros factores. O meu interlocutor não queria dar o braço a torcer, mas notava-se nitidamente uma vontade enorme de esclarecimento. De repente disse-me: «Sabe, quando tinha uns 5 anos tive uma experiência que me marcou profundamente e, que ainda hoje estou para descobrir o que se passou», e referiu que nessa altura, lembra-se perfeitamente de se ver a flutuar no quarto, com o corpo na sua camita de bebé, e de ver um objecto em cima do armário, o que veio a constatar mais tarde, com o auxílio de adultos, já que na sua tenra idade não conseguiria nunca chegar lá acima, nem muito menos ver o objecto escondido em cima do armário. Lá lhe explicamos que esses fenómenos são muito comuns, denominando-se de Experiências Fora do Corpo (EFC’s), e que são uma das grandes evidências da independência do Espírito em relação ao corpo de carne e, consequentemente, da sua imortalidade. Ficou perplexo. Como o tempo não dava para mais, lá lhe deixei a recomendação da leitura de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, bem como da existência de um curso básico de espiritismo, gratuito, na Internet, em www.adeportugal.org “Experiências Fora do Corpo? Mas então somos mesmo imortais?” Não respondi, pois cabia-lhe a tarefa de o descobrir, pelo estudo, pela meditação, pela pesquisa, ou não fosse a Doutrina Espírita uma ciência de observação, com uma componente filosófica e com consequências morais. José Lucas

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