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III Divisão

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Caldas 0 Unhais da Serra 0 Campo da Mata, em Caldas da Rainha Árbitro: Bruno Miguel, auxiliado por João Espinheira e João Silva, do CA Lisboa Caldas Marco Custódio, Tiago Santos, Tiago Costa (Camacho, 45′), Miglietti, André Jesus, Oliveira (Duscher, 85′), Miguel Guerra, Miguel Andrade, Pidocha, Almeida (João Abreu, 69′), João Rodrigues. Treinador: Gila Unhais […]

Caldas 0 Unhais da Serra 0 Campo da Mata, em Caldas da Rainha Árbitro: Bruno Miguel, auxiliado por João Espinheira e João Silva, do CA Lisboa Caldas Marco Custódio, Tiago Santos, Tiago Costa (Camacho, 45′), Miglietti, André Jesus, Oliveira (Duscher, 85′), Miguel Guerra, Miguel Andrade, Pidocha, Almeida (João Abreu, 69′), João Rodrigues. Treinador: Gila Unhais da Serra Valezim, Pedro, Toni, Patriarca (Quelhas, 84′), Carlitos, Vaz Alves, Vasco, Picas (Mica, 67′), Tomás, Ricardo, Edgar (Brigida, 67′). Treinador: Nando Disciplina: Cartão amarelo a Tomás (25′ e 90+4′), Almeida (60′), Patriarca (72′), João Abreu (83′), Valezim (90+2′), Miguel Guerra (90+4′), Tiago Santos (final do jogo). Cartão vermelho por acumulação a Tomás (90+4′) Ao intervalo: 0-0 Os alvinegros jogaram, no passado sábado, com a formação do Unhais da Serra, numa partida que se pautou pela falta de qualidade. O zero a zero acabou por traduzir uma primeira parte algo apática do Caldas e uma segunda parte em que o árbitro acabou por quebrar o ritmo de jogo quando os caldenses estavam completamente voltados para o ataque. Entre tantas lesões e algum cansaço por parte de alguns jogadores que acusam o esforço de jogos atrás de jogos, o Caldas, como tem sido apanágio em toda a temporada, esforçou-se por um resultado mais alegre, no entanto, o primeiro tempo não foi muito bom para os jogadores da casa, na medida em que o seu jogo não fluía. Por sua vez, o Unhais, que não exibiu grandes argumentos em campo, tentava mais destruir do que construir. Logo nos primeiros minutos, Almeida, teve a oportunidade para marcar, contudo, adiantou um pouco mais a bola e o guardião das redes do Unhais acabou por anular a jogada do Caldas. João Rodrigues, aos 11′, tentou a sua sorte, mas o esférico acabou por sair acima da barra de Valezim. Aos poucos os caldenses criavam algumas ocasiões por marcar, porém, na ponta final acabava por correr sempre alguma coisa mal. Picas e Vaz Alves, aos 24′, aproveitaram uma distracção dos jogadores caldenses para ameaçar a baliza de Marco Custódio, ao isolarem-se. Miglietti, em esforço, acabou por atrapalhar os jogadores do Unhais e anulou o lance aos forasteiros. O futebol praticado por ambos os conjuntos era fraco e não muito apelativo, todavia, se há algo que os adeptos do Caldas não se podem queixar é da falta de entrega dos “putos” caldenses que, apesar de nem sempre obterem os resultados desejados, nunca andam apenas a passear pelo campo. Patriarca, aos 38′, em sequência de um canto, atirou a bola ao poste esquerdo de Marco Custódio. Ao intervalo o nulo permanecia. O intervalo fez bem ao Caldas que regressou ao campo mais mexido e interventivo na partida, tendo Camacho, que entrou ao intervalo para o lugar de Tiago Costa, rematado com algum perigo à baliza de Valezim. A partida estava mais viva e o Unhais também desenvolveu uma outra jogada de maior perigo para a baliza caldenses, sendo exemplo disso um lance de contra ataque de Carlitos, em que valeu aos alvinegros um bom corte de Camacho. Na resposta, João Rodrigues rematou, mas a bola acabou por morrer nas mãos do guardião das redes do Unhais. Poucos minutos depois o Caldas voltou a insistir num lance de ataque, em sequência da marcação de um livre, tendo sido Almeida o último a desferir o remate. Com a partida mais aberta surgiram mais lances de perigo em ambas as balizas e o jogo saiu beneficiado, até porque a partida ficou mais veloz. Pidocha fez um grande remate, aos 65′, tendo o mesmo obrigado a uma boa intervenção por parte de Valezim. Entretanto, o árbitro começou a dar nas vistas e não pelos melhores motivos, na medida em que parou excessivamente o desafio e enervando especialmente os jogadores do Caldas que lutavam pelo golo. À passagem do minuto 80, Patriarca, após a marcação de um canto, rematou por cima da barra de Marco Custódio. João Abreu, que havia entrado para o lugar de Almeida, aos 69′, caiu na área e viu o amarelo, apesar de ter ficado no chão a queixar-se com dores no pé. O árbitro, que não estava suficientemente perto da jogada, penalizou o suposto “teatro” do jogador caldense, porém, devia ter assinalado grande penalidade a favor do Caldas. O tempo foi passando e o Caldas acabou por não alcançar a vitória. O jogo por parte do Caldas não foi brilhante, mas ficou patente em campo o esforço dos jogadores caldenses. Na próxima jornada o Caldas vai ao campo do lanterna vermelha do campeonato, o Torres Novas. Ana Norte Gila – treinador do Caldas “Vamos acreditar no futuro” Não estivemos nem perto do nosso melhor nível, perdemos alguma confiança que ainda não recuperámos, mas os jogadores fizeram tudo o que estava ao seu alcance e são os primeiros a sentir estes resultados. A equipa está a ressentir-se de alguma baixa de forma de alguns jogadores, o que é normal, mas vamos acreditar no futuro porque os objectivos continuam intactos, se não for na primeira fase, espero ter os jogadores em melhor forma na segunda. Na primeira parte facilitámos e podíamos ter sofrido, na segunda chegámos muitas vezes à baliza adversária, nem sempre bem, mas pelo menos numa podíamos ter conseguido a vitória. Temos jogadores que em determinada fase da época foram mais valias e que agora estão lesionados, mas não nos vamos desculpar com isso, estes que estão disponíveis eram suficiente para ganhar a este adversário e não conseguimos. Custódio – Jogador do Caldas “Os nossos objectivos continuam a ser a manutenção” Fizemos uma primeira parte muito má, jogámos apáticos, todos. Penso que na segunda parte só houve uma equipa que quis ganhar o jogo, que fomos nós, o árbitro foi nas cantigas deles, é a terceira divisão, não há televisões, não há nada. Mesmo que não consigamos os seis primeiros, os nossos objectivos continuam a ser a manutenção. Temos tido muitas lesões, e longas, principalmente jogadores da frente, o que também diminuiu as opções e assim também é mais complicado. Gaspar – Adjunto do Unhais “O Unhais merecia a vitória” Perdemos dois pontos, tivemos as melhores oportunidades, não as concretizámos e no fim o Caldas procurou atacar, mais com o coração do que com a cabeça, sofremos um pouco nos últimos dez minutos, mas o Unhais merecia a vitória. Os nossos objectivos continuam intactos, nesta altura já dependemos de terceiros para atingir a manutenção na primeira fase, mas se não for nesta, será na segunda fase.

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