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À conversa com João Garcia Miguel

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A completar o “puzzle” de seis quadros que está patente no Cheap ´n Chic Café do CCC das Caldas da Rainha, terá lugar uma conversa com o seu autor, João Garcia Miguel, na tarde de 28 de Fevereiro, a partir das 17h00. Recentemente galardoado com o prémio “Foment de las Artes i del Disseny (FAD) […]
À conversa com João Garcia Miguel

A completar o “puzzle” de seis quadros que está patente no Cheap ´n Chic Café do CCC das Caldas da Rainha, terá lugar uma conversa com o seu autor, João Garcia Miguel, na tarde de 28 de Fevereiro, a partir das 17h00. Recentemente galardoado com o prémio “Foment de las Artes i del Disseny (FAD) – Sebastián Gash 2008” pelo espectáculo Burgher King Lear (que também esteve em cena no CCC), o docente de Teatro da ESAD apresenta agora a sua faceta de artista plástico. Licenciado em Pintura pela Escola de Belas Artes de Lisboa, João Garcia Miguel fez um percurso que o levou à encenação. “Comecei na área da Música e das Artes Plásticas. Foi através das performances no meu trabalho plástico que fui ‘invadindo’ as artes performativas”, referiu. Recentemente, a sua faceta de artista plástico tem vindo a ser recuperada depois de ter parado durante alguns anos por causa dos vários projectos em que se envolveu. É membro fundador da Galeria ZDB e do grupo de teatro Olho, para além de encenador de várias peças e da sua actividade como docente. Agora João Garcia Miguel está a trabalhar com um galerista e vai expor em vários locais do país e em Espanha. Convidado a participar no “Paredes de Cor”, João Garcia Miguel pintou especificamente para o CCC seis telas que pretendem contar uma história. Semana a semana vão sendo colocadas as pinturas que constituem um “puzzle”, mas que também têm um significado isolado. “Este é um trabalho plástico, mas também dramatúrgico, misturando as minhas duas facetas mais conhecidas”, explicou. O que se pretende é que ao longo das seis semanas as pessoas façam a descoberta do enredo criado, mas fazendo a sua própria história. O quadro tem dois nomes, numa ambivalência assumida: “Le Chair” (a carne) e “House” (a casa). Sem querer desvendar a história, explicou que tudo tem a ver com pessoas que olham para outras pessoas, através do corpo.

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