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Existem interessados na compra da Expoeste mas Câmara não vende

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A direcção da ADIO tem sido assediada por vários grupos económicos que querem adquirir o edifício da Expoeste, mas até agora a instituição não se tem rendido aos encantos dos milhares de euros oferecidos. Esta revelação foi feita por Maria da Conceição, que confessou também que a construção junto à Expoeste e que estava destinado […]
Existem interessados na compra da Expoeste mas Câmara não vende

A direcção da ADIO tem sido assediada por vários grupos económicos que querem adquirir o edifício da Expoeste, mas até agora a instituição não se tem rendido aos encantos dos milhares de euros oferecidos. Esta revelação foi feita por Maria da Conceição, que confessou também que a construção junto à Expoeste e que estava destinado para o Mestre Maco, se encontra em negociações para ser adquirido pelo Aki, uma vez que entrou na Câmara um projecto daquela unidade. Mas quanto ao edifício da Expoeste, a vice-presidente e também presidente da ADIO explicou que “não é para saldar as dívidas que a Expoeste é vendida. Há várias formas de saldar as dívidas. Andam na casa dos cem mil euros e não é uma coisa impossível de saldar, porque podemos pedir um empréstimo a longo prazo e saldar a divida, ou até encontrar outras formas. O edifício é da ADIO e por isso pagamos muitos impostos. Temos a possibilidade de o entregar à Câmara, mas ainda nada está definido”, começou por explanar. No entanto, Maria da Conceição não deixou de admitir que “vários grupos económicos, como hipermercados formularam propostas muito aliciantes de aquisição da Expoeste”. “A Expoeste tem sido muito procurada para adquirirem aquele espaço para fins comerciais. Só poderíamos fazer uma transacção se fosse para construir um novo espaço empresarial em zona semelhante para eventos e feiras que temos. Mas neste momento a Câmara não está interessada em receptiva em mudar a Expoeste para outro local, até porque fizemos uma intervenção para o Centro Incubador de empresas. Sabemos que a Expoeste está num dos locais mais apetecíveis da cidade”, afirmou. Explicando o porquê de tanta paragem nas feiras, Maria da Conceição Pereira explicou que a crise económica prejudicou a realização de algumas feiras, pelo que a programação teve de ser repensada. “Alguns eventos são impossíveis de pôr de pé pelas dificuldades económicas. A feira do automóvel ou do imobiliário é extremamente difícil realizar. Para termos uma feira e não termos expositores ou termos poucos é preferível não realizá-la”, descreveu. “Estamos a reestruturar o espaço e queremos trazer novos salões”, indicou. Neste momento, depois da saída de António Marques, que pediu uma licença sem vencimento, não foi contratado nenhum substituto, tendo apenas assumido a suas funções José Pereira, que tem merecido um acompanhamento mais próximo da direcção da ADIO. “António Marques pode voltar. Para não sobrecarregar a Expoeste não contratámos ninguém. José Pereira assumiu as funções e a direcção acompanha de forma mais intensa a Expoeste”, declarou. Carlos Barroso

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