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Assaltos na véspera de Natal

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Oito carros foram assaltados e dois cafés foram saqueados na madrugada do dia 24 de Dezembro, na cidade das Caldas da Rainha, tendo os meliantes deixado vestígios de sangue num deles e provocado milhares de euros em prejuízos. As viaturas foram alvo dos meliantes na zona da Quinta da Cutileira e todas eram de alta […]
Assaltos na véspera de Natal

Oito carros foram assaltados e dois cafés foram saqueados na madrugada do dia 24 de Dezembro, na cidade das Caldas da Rainha, tendo os meliantes deixado vestígios de sangue num deles e provocado milhares de euros em prejuízos. As viaturas foram alvo dos meliantes na zona da Quinta da Cutileira e todas eram de alta gama e tinham no seu interior prendas de Natal. Os meliantes partiram os vidros das viaturas e levaram tudo o que estava no seu interior. O valor dos prejuízos ainda não foi contabilizado, mas ascende aos milhares de euros, entre prendas, objectos pessoais e danos nas viaturas. Já no café Galeria, no Bairro Lisbonense, os meliantes levaram vários artigos e deixaram um rasto de destruição e sangue no local. “Levaram-me a máquina de tabaco, whiskys velhos, 150 euros do fundo de caixa, gomas, chocolates e outros doces. A máquina de tabaco estava cheiinha. Eles já sabiam para aquilo que vinham. Estragaram-me a porta e tivemos de ser nós a arranjar por ser véspera de natal e estar tudo fechado. Isto é revoltante”, contou ao JORNAL das CALDAS Olga de Sousa. A proprietária lamenta o facto de ninguém ter visto nada. “Eles vieram em dois carros e tinham gomas espalhadas pelo passeio todo. Deixaram sangue pelo chão porque se devem ter cortado nos vidros que partiram. A polícia teve aqui a tirar as provas, porque eles até deixaram uma chave de fendas”, contou. Também a proprietária do café-pastelaria “Pau de Canela”, no Bairro das Morenas, pondera colocar grades em volta do estabelecimento, depois de ter sido assaltada pela terceira vez este ano. “Vou gradear a casa toda, porque o alarme e as fechaduras não chegam. Por minha vontade electrificava as grades, para lhes acontecer aquilo que acontece às moscas”, desabafou. Francelina Pardo contou que os meliantes “tentaram levar a máquina de tabaco, mas não conseguiram porque estava chumbada à parede. Mas levaram-me o plasma que me custou 1500 euros. Danificaram a porta e partiram várias coisas”. “Os vizinhos chamaram a polícia porque o alarme disparou, mas quando aqui chegaram, já não estava aqui ninguém. Mais à frente eles arrombaram um carro e levaram-lhe o rádio”, indicou. Carlos Barroso

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