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Rui Gomes contra anulação do concurso do Toma

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O deputado do PSD, Rui Gomes, aproveitou para apelar ao presidente da Câmara das Caldas para a necessidade urgente da terceira linha do Toma. Segundo o deputado, o projecto Toma “foi uma inovação que veio trazer a todas as pessoas que vivem nos bairros periféricos uma maior e melhor qualidade de vida, pois passou a […]
Rui Gomes contra anulação do concurso do Toma

O deputado do PSD, Rui Gomes, aproveitou para apelar ao presidente da Câmara das Caldas para a necessidade urgente da terceira linha do Toma. Segundo o deputado, o projecto Toma “foi uma inovação que veio trazer a todas as pessoas que vivem nos bairros periféricos uma maior e melhor qualidade de vida, pois passou a ser infinitamente maior o seu grau de mobilidade urbana, sem que para isso fossem necessárias grandes despesas extra”. Rui Gomes considera que as duas linhas actuais “mostraram-se insuficientes, dada a grande utilização verificadas” e por isso concorda com o concurso para a terceira linha porque “vai colmatar a lacuna que outros não usufruíam deste tipo de mobilidade”. Porém, a anulação do concurso levantou algumas preocupações às populações afectadas, que já pensavam ter o transporte brevemente. Por isso Rui Gomes apelou para que a edilidade “repensasse a decisão de anulação do concurso, adjudicando ao segundo concorrente a terceira linha do Toma”. “Assim ganhávamos todos. A Câmara evita a despesa de mais concursos e os utentes teriam transporte com maior brevidade”. Na resposta, o presidente da Câmara, Fernando Costa lembrou que “há uma diferença de 40 mil euros entre o primeiro concorrente e o segundo, que representa 30% mais alto e o Tribunal de Contas rejeita valores acima dos 25% da base de licitação”. Para o autarca, a decisão de anular o concurso foi tomada “em nome da clareza e da transparência”, apontando que “não exclui que possa haver, de modo a evitar prazos alongado, a abertura de um concurso imediato”, ou por outro lado, “se os concorrentes vierem apresentar um valor percentualmente mais baixo podemos encarar um ajuste directo”. Carlos Barroso

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