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Deputados estudam contrapartidas para instalação do Centro Comercial Bordalo

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Por indicação do presidente da Câmara, uma comissão da Assembleia Municipal das Caldas da Rainha vai reunir para definir as contrapartidas a exigir à Sonae Sierra para a construção do Centro Comercial Bordalo, cujo projecto está pendente na autarquia. Fernando Costa recordou que foi exigido pela Assembleia a reconstrução do Hotel Lisbonense como condição do […]
Deputados estudam contrapartidas para instalação do Centro Comercial Bordalo

Por indicação do presidente da Câmara, uma comissão da Assembleia Municipal das Caldas da Rainha vai reunir para definir as contrapartidas a exigir à Sonae Sierra para a construção do Centro Comercial Bordalo, cujo projecto está pendente na autarquia. Fernando Costa recordou que foi exigido pela Assembleia a reconstrução do Hotel Lisbonense como condição do Centro Comercial da FDO e por isso deveria ser o mesmo órgão a exigir contrapartidas para o Centro Bordalo. “A Câmara ainda não pediu nada, embora a empresa já se tenha disponibilizado a resolver questões relacionadas com o trânsito, com a disponibilização de uma determinada verba. Pediram para que seja vendido o espaço aéreo, que vai ser vendido em hasta pública. Acho que estas condições devem ser definidas pela Assembleia. Espero que uma comissão especial ou a comissão do comércio deva reunir o quanto antes, para que se decida quais as contrapartidas da construção deste centro Comercial”, disse. Antes mesmo da votação desta proposta, o deputado Mário Pacheco, do PS, apresentou uma proposta no sentido de que na mesma reunião se discutam as contrapartidas da empresa FDO, porque as mesmas nunca foram todas apresentadas publicamente a não ser a reconstrução do Hotel Lisbonense, até para os deputados terem como base de avaliação e de comparação. Contudo, os casos serão separados. Entretanto, o socialista questionou a edilidade quanto às obras que estão a ser efectuadas pela empresa FDO em redor ao futuro Centro Comercial Vivaci Caldas, cuja inauguração está prevista para 25 de Novembro, podendo o Hotel Lisbonense ser inaugurado a 15 de Maio de 2009. Em causa estão, entre outros, os sentidos de trânsito, mudanças de estacionamento, mudanças de arruamentos, que “nunca foram apresentadas” aos deputados e que “mereciam uma discussão antes de serem feitas”, de modo a “avisar também as populações que estão a ser afectadas directamente com essas mudanças”. Carlos Barroso

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