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Incêndio em São Domingos

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No primeiro grande incêndio de Caldas da Rainha este ano estiveram envolvidos 62 bombeiros, que debelaram as chamas em cerca de duas horas, mas estiveram de efectuar um rescaldo minucioso e uma prevenção por mais de 16 horas. No incêndio em São Domingos, na fronteira dos concelhos de Caldas da Rainha e Alcobaça, no dia […]
Incêndio em São Domingos

No primeiro grande incêndio de Caldas da Rainha este ano estiveram envolvidos 62 bombeiros, que debelaram as chamas em cerca de duas horas, mas estiveram de efectuar um rescaldo minucioso e uma prevenção por mais de 16 horas. No incêndio em São Domingos, na fronteira dos concelhos de Caldas da Rainha e Alcobaça, no dia 19, pelas 15h30, estiveram as corporações de Caldas da Rainha, São Martinho do Porto, Óbidos, Alcobaça e Benedita, com 17 viaturas. As chamas lavraram numa zona de vale preenchida de pinheiros, eucaliptos e mato indiferenciado, na zona do Casal das Arroteias. O fogo foi dado como circunscrito pelas 17h30. Foi chamado o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, que ajudou às operações de rescaldo. “Vi o fumo e só me lembrei em agarrar no tractor e abrir caminhos para os bombeiros entrarem para dentro do pinhal para combaterem o fogo”, contou Armando Santos. Quem também apanhou um susto foi Irene Rosa Pereira e Isaura Estêvão, duas moradoras do Casal das Arroteias, que mostraram a sua preocupação para a noite e os dias seguintes. “Pode haver reacendimentos durante a noite”, afirmaram. Cientes desta preocupação, os responsáveis das corporações de bombeiros presentes montaram um piquete de vigilância para toda a noite e madrugada. A Protecção Civil Municipal das Caldas da Rainha esteve no local do incêndio, assim como os militares da GNR dos postos de Caldas e São Martinho do Porto. Carlos Barroso

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